TRABALHO EM PUBLICAÇÃO NO JORNAL DA SPO


 
 
 
 
Cleber Bidegain Pereira, C.D.

Dados estatísticos, indiscutivelmente, têm valor em todas as áreas do conhecimento humano.  Porém, sempre devem ser tomado com cuidados e avaliação criteriosa.  Não só porque os dados estatísticos podem facilmente ser manipulados como, principalmente, porque eles, em avaliações biológicas, geralmente, não representam a avaliação individual.
Quando tratamos de crescimento, por exemplo, é sabido que o crescimento é individual, varia de pessoa para pessoa.  Aqueles que estudam o crescimento crânio facial sabem que é pouco valiosa a comparação de indivíduos com discrepâncias esqueléticas diferentes. A maior credibilidade pode ser encontrada no estudo de indivíduos que tenham os mesmos problemas esqueléticos. Isto é, comparar indivíduos que tenham todos, por exemplo, micrognatia de corpo da mandíbula.
As avalições individuais do crescimento envolvem tempo de estudo em um mesmo indivíduo. São os chamados estudos longitudiais.  No caso do Burlington, os mesmos indivíduos foram estudados dos 3 aos 20 anos,  com records completos de ano em ano.
Os estudos de crescimento de um grande número de indivíduos, em idades diferentes, estabelem médias estatísticas para cada idade.  São os chamados estudos transversais.
Estes estudos transversais devem reunir grupos o mais homegênos possíveis, tanto no que se refere a grupo racial quanto a discrepâncias esqueléticas.
 
 



 

                          Tabelas Cefalométricas de várias medidas 
 

                            Gráficos  de várias medidas 

                            Estudo no Material do Burlingon 

                           Estudo no Burlington - Cléber e Hildegard 
 

                                  Informações e dados  do Estudo
 

                        Ângulo SNA diminui com o crescimento 
 

                       Comportamento do ângulo SNA no crescimento