PROGRAMAÇÃO CIENTÍFICA
( VEJA DETALHES NO FINAL )
Dia 12 de março de 2004
09:00hs às 10:00hs
ABERTURA DO FÓRUM
10:00hs às 10:45
PROVA ELETRÔNICA E O PROCESSO
JUDICIAL
Renato Müller da Silva Opice Blum - São
Paulo
![]() |
Professor na pós graduação da Florida Christian University, Fundação Getúlio Vargas, PUC e outras instituições; Árbitro da Fundação Getúlio Vargas e da Câmara de Mediação e Arbitragem de São Paulo (FIESP); Presidente do Conselho de Comércio Eletrônico da Federação do Comércio/SP; Fundador e ex-Presidente do Comitê de Direito da Tecnologia da Câmara Americana de Comércio (AMCHAM); Autor / Colaborador das Obras: "Direito Eletrônico - a internet e os tribunais", “Novo Código Civil – questões controvertidas”, “Conflitos sobre Nomes de Domínios”, "Comércio Eletrônico", "Direito & Internet - aspectos jurídicos relevantes”, “Direito da Informática – temas polêmicos”, “E – dicas: desvirtualizando a nova economia”, "Responsabilidade Civil do Fabricante e Intermediários por Defeitos de Equipamentos e Programas de Informática", "O Bug do Ano 2000 - aspectos jurídicos e Econômicos” |
APRESENTAÇÃO COMPLETA
OPICE BLUM PODE SER BAIXADA DE
http://crosp.org.br/forum/opiceblum.ppt
1.779 KB - ARQUIVO PTT.
11:00 às 11:45
ICP-BRASIL - DIRETRIZES ATUAIS
Maurício Augusto Coelho. Representante
do Diretor-Presidente Sérgio Amadeu da Silveira, ITI
![]() |
1.Cargo: Coordenador-Geral de Normalização e Pesquisa
Instituto Nacional de Tecnologia da Informação - ITI Casa Civil da Presidência da República 2. Titulação: a)Engenheiro de Produção pela
Faculdade de Engenharia
|
RESUMO:
Apresentação
de cunho institucional que objetiva divulgar as atuais diretrizes que norteiam
a atuação da ICP-Brasil, em especial, do Instituto Nacional
de Tecnologia da Informação - ITI, Autoridade Certificadora
Raiz da ICP-Brasil.
14:00hs às 14:45
A CERTIFICAÇÃO DIGITAL
E INTRODUÇÃO DE UMA NOVA POSTURA PROFISSIONAL.
Alexandre Maiale
![]() |
Consultor da ONU para tecnologia aplicada a gestão fiscal. MBA
em Gerenciamento Estratégico Global (Global Strategic Manangement)
MBA em Estratégia Internacional de Negócios (Internacional Strategic Business) Membro honorário da Internacional WHO´S WHO of professional Manangement Fondation Jacksonville – USA. |
RESUMO:
Abordagem das tendências
evolutivas nas áreas comportamentais e tecnológicas, e como
estas são incorporadas na vida pessoal e profissional das pessoas,
a cada novo ciclo de desenvolvimento.
SAINDO DO CONCEITO PARA IMPLEMENTAÇÃO
Wagner Araújo
![]() |
Doutorando em Ciência da Informação pela Universidade de Brasília - UnB; Mestre em Ciência da Informação - UnB; Especalista em Sistemas de Informação; Analista de Sistemas do Serviço Federal de Processamento de Dados (SERPRO) |
RESUMO:
A apresentação aborda
os conceitos básicos da certificação
digital, indicando sua capacidade de atuação e melhoria
da segurança nos sistemas computadorizados, enfatizando a
utilização dos certificados digitais nos processos de
assinatura digital.
Em uma segunda etapa são apresentados exemplos
de sistemas que utilizam certificação digital, e por fim,
uma demonstração do ato de assinar um documento digital.
16:00hs às 16:45
A CERTIFICAÇÃO DIGITAL
NA ODONTOLOGIA – DO DESAFIO À PRÁTICA
André Luís da Mota Lemos
![]() |
MBA em gestão de negócios pela UFRJ
Consultor Especialista em Certificação Digital Membro da Comissão Técnica da Infoimagem 2003, Cenadem Consultor de Certificação Digital da Anoreg-Br e Petrobrás (Replan REVAP – CENPES), CRO/RS. Pioneiro do Brasil em certificação digital aliada a fé pública. |
RESUMO:
Contexto da Informação
eletrônica
Excesso de papéis na era
digital
O uso da certificação
digital no Mundo
O uso da certificação
digital no Brasil (cases)
O uso da certificação digital no dia dia empresarial
O uso da certificação digital no Judiciário
O uso da certificação digital nos cartórios
O uso da certificação digital no governo federal/Estaduais/Municipais
O uso da certificação digital na Contabilidade e medicina
O uso da certificação digital em escolas e universidades
(mercado acadêmico)
O uso da certificação
digital na Odontologia (cases)
O uso da certificação digital em uma clínica radiológica
O uso da certificação digital em um hospital/posto de atendimento
odontológico
O uso da certificação digital na assinatura de prontuários
O uso da certificação digital no CRO-RS
O uso da certificação digital no CRO-SP
APRESENTAÇÃO COMPLETA
ANDRÉ LEMOS PODE SER BAIXADA DE
http://crosp.org.br/forum/andresp.ppt
1.779 KB - ARQUIVO PTT.
17:00hs às 17:45
MÚLTIPLAS ICP´s - O
FUTURO DA DOCUMENTAÇÃO DIGITAL
José Henrique Portugal
![]() |
MÚLTIPLAS ICP´s –
O FUTURO DA DOCUMENTAÇÃO DIGITAL
José Henrique Portugal (Senado) – Brasília
|
RESUMO:
Em âmbito mundial existem
várias propostas para a aceitação como confiáveis
dos Certificados Digitais emitidos pelas Autoridades Certificadoras
ao redor do planeta.
No Brasil o Governo Federal preferiu
a adoção de ACRaiz Única, da ICP Brasil, com rígida
hierarquia, e emitiu a Medida Provisória 2.200-2 de 24 de agosto
de 2001, confirmada pela Emenda Constitucional 32 de 16 de setembro de
2001.
Os trabalhos digitais desenvolvidos
pelos Cirurgiões Dentistas provavelmente utilizarão ou receberão
Certificados emitidos por AC independentes da ICP Brasil, conforme o parágrafo
segundo do artigo décimo da MP 2.200-2, e assim é interessante
que os CD´s conheçam parte deste debate, ainda sem definição
de um “padrão de indústria”.
Começamos discutindo o Documento
Digital, o HASH como a expressão da sua integridade, passando pela
assinatura do HASH, do sigilo e então discutimos a cadeia de Confiança
do Certificado Digital, as AC´s, a ICP e a ICP Brasil.
Finalmente mostramos as sete principais
sugestões a respeito da interoperabilidade entre Autoridades Certificadoras
de Múltiplas ICP´s ou de múltiplos domínios
de certificação digital.
APRESENTAÇÃO COMPLETA
PORTUGAL PODE SER BAIXADA DE
http://crosp.org.br/forum/portugal.ppt
563 KB - ARQUIVO
PPT
Dia 13 de março de 2004
09:00hs às 09:45
O CCD NA ODONTOLOGIA – CASE PRÁTICO
NO CRO-RS
Márcio Elias Perondi
![]() |
Professor de Informática para Odontologia da EAP na ABO/RS
Diretor do CCD CRO/RS Membro da Comissão de Arquivos Digitais do CRO/RS. |
RESUMO:
No Centro de Certificação
Digital do CRO/RS ( CCD CRO/RS ) estamos autenticando documentos
da Odontologia e instruindo aos colegas para que utilizem a Certificação
Digital. Relataremos três cases:
institucional, empresarial e particular.
O CCD CRO/RS tem dois Agentes de
Validação, da Autoridade Certificadora Certising, que estão
emitindo Certificados, sendo que o primeiro certificado foi emitido para
o Governador do Estado do Rio Grande do Sul, Cirurgião Dentista.
10:15 hs às 11:00
CULTURA PAPEL - INÍCIO DO
FIM
Cléber Bidegain Pereira
![]() |
Coordenador e Relator do Fórum Legalidade dos Arquivos Digitais,
CRO/SP e SOSP 1999 e
2001 Coordenador e Relator do Fórum Legalidade dos Arquivos Digitais, CRO/RS, maio 2003 Presidente dos I. II, III, IV, V e VI Simpósio de Informática Aplicada na Odontologia e Ortopedia da SPO, 1992, 1994, 1996, 1998, 2000 e 2002. Presidente da Comissão de Arquivos Digitais do CRO/RS. Diretor do CCD CRO/RS. |
RESUMO:
Se for considerado como "Cultura Papel" os primeiros
sinais gráficos, que o homem deixou na natureza, então está
quase nasceu com o homem, alguns milhões de anos passados. Difícil
portanto eliminar papeis em décadas. Devemos nos conformar com uma
cultura híbrida: MENOS PAPEL.
Ressalta a recomendação de que, na área
de saúde, os documentos sejam guardados por 20 anos. Receitas, atestados,
laudos, radiografias, fotografias e outros, entregues ao pacientes, devem
ser copiados e armazenados pelo profissional. E nada melhor do que armazená-los
em arquivos digitais, devidamente autenticados com Certificado Digital,
que lhes insere validade jurídica e possibilitam o descarte
de grande parte dos papeis que antes deveriam ser armazenados.
A assinatura digital além de dar validade jurídica,
em caso de demanda por dano ao paciente, é necessária para
dar força legal a documentos digitais de identificação,
no casos dos legistas. E, também, para dar maior credibilidade
aos dados científicos.
APRESENTAÇÃO INICIAL
CLÉBER PODE SER BAIXADA DE
http://crosp.org.br/forum/cleberapres.swf
1.158 KB. ARQUIVO SWF
APRESENTAÇÃO COMPLETA
CLÉBER PODE SER BAIXADA DE
http://crosp.org.br/forum/clebercrosp.ppt
4.174 KB. ARQUIVO PPT
14:00hs às 14:45
CONFERINDO ASSINATURAS DIGITAIS
Adriana Maria Pessôa Léo
![]() |
Engenheira eletrônica pela Universidade Federal de Pernambuco - UFPE, Mestre em Telecomunicações, com ênfase em Criptografia, também pela UFPE. Atualmente é Gerente na Diretoria de Tecnologia do Banco do Brasil, estando entre sua atribuições o Projeto de Certificação Digital . Foi coordenadora do fórum de Segurança da Brisa, participou da elaboração da Norma de Segurança da Febraban, fez parte da Comissão Técnica (COTEC), que assessora o Comitê Gestor da Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira, CG-ICP Brasil, foi coordenadora-geral de fiscalização e auditoria no Instituto de Tecnologia da Informação, ITI e Diretora de Infra-estrutura de chaves públicas na mesma instituição. |
RESUMO:
Com a utilização
da certificação digital, podemos ter entre outros, os serviços
de autenticação de usuários, autenticação
da origem e o não repúdio. Em todos eles, é preciso
que se valide a assinatura digital. Para isto, é preciso que se
verifique primeiro, se o certificado digital utilizado é um certificado
válido. Na apresentação será abordado o processo
de validação de uma assinatura digital e a utilização
das Listas de Certificados Revogados (LCRs). Serão analisadas algumas
possíveis vantagens e eventuais desvantagens na utilização
das LCRs, e propostas alternativas ao uso das mesmas.
MESA REDONDA
Presidente do Fórum – Emil Adib Razuk
Presidente do CFO: Miguel Álvaro Santiago
Nobre
Coordenador do Fórum: Durval Zambon
Júnior
Coordenador e Relator da Mesa Redonda: Cléber Bidegain Pereira
Adriana Maria Pessôa Léo
Alexandre Maiale
André Luís da Mota Lemos
José Henrique Portugal
Márcio Elias Perondi
Maurício Augusto Coelho representando Sérgio
Amadeu da Silveira
Renato Müller da Silva Opice Blum
Wagner Araújo
PROCEDIMENTOS:
A Mesa Redonda é realmente o Fórum, propriamente dito. As conferências têm a finalidade de oferecer informações prévias sobre o tema proposto.
Haverá interatividade entre os componentes da Mesa e o público, o que caracteriza um fórum.
Primeiro os componentes da Mesa debaterão entre
si.
Depois será oferecida a palavra para os ativadores,
que são as autoridades convidadas, que ocupam as primeira filas
do auditório.
A seguir serão respondidas perguntas, por escrito,
do público.
- Estas perguntas devem ser recolhidas no auditório
por pessoal do Conselho.
- Alguém, o Mestre de Cerimônias ou o Presidente
Emil, deve anunciar que o público deve fazer suas perguntas por
escrito, dirigida para a Mesa ou para um dos conferencistas especificamente.
- Melhor que façam as perguntas ao iniciar a Mesa
Redonda ou antes.
- O Coordenador do Fórum, Durval, fará
a seleção das perguntas, em conjunto com o Relator. Terão
preferência aquelas perguntas que estiverem dentro do tema proposto
pelo Fórum e das abordagens dos conferencistas.
PERGUNTAS FEITAS PREVIAMENTE PARA A MESA REDONDA
1 - Seria possível desvincular o Diagnóstico e Plano de Tratamento das características de CONTRATO. E neste caso ser só assinado pelo CD, com a concordância do paciente em Livro de Protocolo ?
2 - O contrato de prestação de serviços, entre profissional e paciente pode ser tácito ?
3 - Quanto tempo devem ser guardados os papeis.
4 - Arquivos anexos a um e-mail, quando estão vinculados a ele, têm validade jurídica igual ao e-mail que os carrega ?
5 - Arquivos Zipados contendo um "pacote" de arquivos de diferentes formatos, podem seu autenticados, dando validade jurídica para todos os arquivos que estão no "pacote" ?
6 - Arquivos em papeis com datas antigas podem ser autenticados, pelo profissional, com Certificado Digital ?
7 - Qual a validade legal da Identificação Biométrica da impressão digital ?
8 - Além do token e do smart card, como funcionam
outras mídias depositárias dos dados de
Certificação ?
9- As operadoras de seguros ( convênios ) poderiam receber e remeter documentação pela internet
10 - Há previsão de algum mecanismo e controle ético dos sites da Odontologia ?
11- Porque não se inserem ferramentas de Certificação diretamente nos programas da Odontologia, assim como tem o Outlook ?
12 - No caso de radiografias, tomografias e fotografia digitais, elas não poderiam sair autenticadas da máquina ?
13 - É possível identificar defraudações nas imagens digitais ? E nos papeis falsificados ?
14 - Como ficam as otimizações que se faz com a intenção de melhorar as imagens ?
15 - Como podem ser validados juridicamente os Banco de Dados dos programas da Odontologia ?
16 - Como poderiam ser autenticados os programas da Odontologia, de tal forma que eles se tronassem invioláveis e portanto confíáveis nos Tribunais.
17 - Se o programa que colhe a IB fosse autenticado, inserindo no documento a imagem que está na tela, esta poderia ser válida como "assinatura" do paciente.
17 - Transferência de informção do
CD para Convênios e retorno, sendo feita pela Internet haveria mais
agilidade nas autorizações etc.