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Os índios Lenguas, do Chaco paraguaio apresentam expressivo
desgaste oclusal. A caça e a pesca são escassas, na região
ao qual estão confinados. Chove muito pouco e não há
rios. Ainda assim há um grande desgaste oclusal . |
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Sua alimentação principal é o palmito. Ressalta-se
que eles comem quase todo o palmito, que é uma fibra bastante dura.
Não fazem como nós, que só comemos o "coração"
do palmito. |
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Da cidade de Asunción, viajamos 400 Km. para chegar a área
onde estão os índios. Não existem estradas satisfatórias
e fomos em um avião DC 3, da força aérea paraguaia.
O governo do Paraguai nos deu todo o apoio necessário, graças
a interferência do Dr. Victor Boettner, coronel do exército
paraguaio. |
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Ainda que as possibilidades em carregar mantimentos e equipamentos
fosse limitada, pelo pequeno avião, conseguimos levar um gerador
elétrico e equipamentos de radiografias, o que nos permitiu fazer
200 telerradiogafias. Nossa maior dificuldade era a água até
mesmo para a revelação das radiografias. |
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A "cabine de revelação" improvisada, era um tormento
pelo excessivo calor.
Prof. Preston, tomando uma telerradiografia com equipamentos de "campanha"
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As índias carregam seus filhos no colo até aos dois e
três anos, período em que ainda continuam mamando, ao que
se pode atribuir o motivo de serem fortes e saudáveis. |
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Jacobson e Cléber no Chaco Paraguaio
As casas dos índios são feitas com as árvores de
palmitos maiores
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Chegada em Asunción do equipamento de RX. Desta pesquisa originou-se
o WITS.
Norma aprecia o trabalho artesanal dos índios Lenguas |
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Minha estada em Johannesburg, como professor convidado da Universidade
de Withaterslan - Joanhanesburg - África do
Sul - 1971 - Nesta ocasião o Prof. Alex Jacobson era professor
titular na Cadeira de Ortodontia, na Withaterslan University. |
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O professor Alex dorme placidamente, apesar das sacudidelas do valente
CD-3.
Acalorados, abrimos as caixas com equipamentos vindos
da África do Sul. |