Caso acompanhado pela Dr. Edela Puricelli
Tratamento Ortodôntico e comentários Dr. Cléber Bidegain Pereira
 
 
 
 
 
INICIAIS - Está bem claro, para quem examina o original radiográfico, que enquanto 
o côndilo  direito está perfeitamente normal, o esquerdo aprensenta-se sensivelmente 
atrofiado. Segundo o diagnóstico do Prof. Dr. César S. Leandi, estomatologista da 
PUC/RS, há  uma hipotrofia condilar congênita. Maio 1997
 
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Radiografias de Fevereiro 2001. A hipotrofia condilar esta aqui bem caracterizada.
A cavidade glenóide parece ter acompanhado o côndilo. No estudo comparativo,
passados, quase 4 anos, não se evidencia aumentado significativo. 
 
   
 
       A arcada superior está atrésica em relação inferior e por acomodação há um desvio mandibular,  
       mostrando, em máxima intercuspidação, uma articulação invertida do lado esquerdo.  
       Não há sintomatologia dolorosa nem parece haver prejuízo na fisiologia.
 
 
 
   
  
Pode surpreender que em abertura máxima, não há desvio da mandíbula para lateral.  Uma  
explicação seria que tanto em Relação Cêntrica, quanto em Máxima Intercuspidação a  
mandíbula já está desviada para a esquerda.
 
 
 
O paciente freqüenta o consultório muito irregularmente. 
Este é o estado atual - Janeiro 2001
 
 
Janeiro 2001 - Continua sem sintomatologia, porém agora evidencia-se o Desvio  
Mandibular na abertura.  Uma explicação seria que agora a posição de Máxima 
Intercupidação, coincide com Relação Cêntrica (?) e então evidencia-se o Desvio 
na abertura. 
 
 


      Veja um caso de Microssomia Hemi-Facial