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| Na espécie humana o fluxo gênico entre populações
distintas é cada vez mais intenso. A velocidade e facilidade dos
meios de comunicação e transporte vem rompendo barreiras
e encurtando distancias. No oriente ainda existem grandes grupos homogêneos.
Porém, no ocidente, a miscigenação caldeou, de há
muito, suas populações. Ao contrário, nos animais
domésticos, especialmente bovinos, ovinos e equinos, o interesse
humano por determinados caracteres físicos destes animais, tem levado
os zootecnistas à eugenia de raças e à formação
de novas raças, manipulando a genética em acordo com seus
interesses. Propiciam-se, assim, amplas oportunidades para estudos morfológicos,
em animais domésticos, com a intenção de caracterizar
diferentes raças.
A cabeça, mais precisamente sua parte óssea (crânio), evidencia, freqüentemente, características morfológicas diferenciativas, por isso é primordialmente visada em estudos morfo-diferenciais. É corrente o dito. " no head, no bull" A morfologia craniana dos bovinos, comumente é correlacionada com a sua produção. Na fêmea correlacionam-se o comprimento nasal com a produção leiteira e; no macho, largura do chamfro com quantidade de carne. |