IMAGENS DA FAMÍLIA ATRAVÉS DOS TEMPO

Tanscrevo a seguir alguns principais dos acontecimentos da família. As fotografias são muito expressivas e retratam a época vivida.  Tudo o que Hilde e eu fizemos foi bem feito, com amor e dedicação.
No relato e fotos nem sempre há sequência no tempo.
Alguns fatos, por ter mais fotografias e relatos estão descritos em separados e podem ser encontrados em
http://www.cleber.com.br/minha_vida/#links
 

Batizado de Ana Lúcia um grande acontecimento, estava toda a família presente. Na foto meu pai Naor, Dna Frida e Pepito, casado com  Imgar, irmã da Hilde.  Na direita Hilde com grande desvelo segura Lúcia.
 
Sarita e meu irmão Elder eram os padrinhos. Foi um momento solene.
Um detalhe, o vestido Hilde mandou bordar a mão e era uma beleza, realmente um primor, como Hilde gostava que fossem suas coisas.
Ela merecia mesmo ter do bom e do melhor, pois sabia cuidar. Este vestido depois de ter sido usado, lavado e guardado, serviu para o batizado de Laura e Cristina.
Ai ficou vários anos guardado e veio a servir para o batizado de todas as netas.
Ainda no baziado de Ana Lúcia.
Comove a concentração da Hide, bem como a atenção dos demais. De costas está minha mãe.

 
Durante muitos anos fui aeromodelista. Primeiro com o comando por fios depois pelo rádio. Este planeador foi uma glória.  Tive outro planeador que entrou em uma térmica e sumiu para sempre,
nunca tive notícias dele. A primeira fotografia é ainda na casinha que moramos inicialmente.
A foto da direita já é na nossa casa grande.
O cachimbo fumei no meu periodo em que passei a deixar o cigarro, foi uma transição.
O primeiro inverno da Lúcia foi muito rigoroso, frio e úmido.
Ela entrou em um processo de gripe e problemas pulmonares que não saia.  Febre persistente.  O Dr. Schimit, médio pediatra que atendeu Lúcia desde que nasceu,  foi transferido para Rio, ele era militar. Resolvemos que Hilde deveria ir para o Rio, em busca do melhor clima e dos cuidados do Dr. Schimit.  Assim fizemos. Hilde deixou comigo seus clientes e  foi.
Os primos de meu pai General Machado Lopes tinham um maravilhoso apartamento em Copacabana, a uma quadra da praia.  Machado estava comandando o exércitos no norte e uma irmã do meu pai, a Tia Mimosa, é quem estava de caseira do apartamento.  Falamos com ela e de muito bom gosto aceitou Hilde e Lúcia lá. Machado e Armandina concordaram.  Lá foi Hilde, junto com minha mãe.  Depois voltou a mãe e fui eu. 
Lúcia melhorou rapidamente, o sol, o mar a temperatura boa, mais 
os cuidados do Dr. Schimit foram santos remédios.Preferimos que   ficasse um longa temporada, até que passasse o rigoroso inverso daqui. Quando eu estava no Rio me aconteceu uma boa de "marinheiro de primeira viagem"...  Via que o pessoal tomava o bonde andando com grande facilidade....   Tentei fazer o mesmo e fui atirado longe....   Depois eu observei que os sabidos do Rio, primeiro seguravam-se com a mão e depois colocavam o pé no estribo do bonde...  Este aprendizado me custou uma perna quebrada. Passei 2 meses com a perna engessada. o que não me impedia de, chegado em Uruguaiana, guiar o auto. Fazia um malabarismo, com uma bengala eu apertava o acelerador.
 

Quando ainda noivo da Hilde, eu pratiquei remo. O clube náutico daqui tinha vários barcos muito bons.
Éramos quatro remadores e Hilde o patrão, que dava o ritmo e comandava o leme. Até nas manhas frias nós remávamos.
Depois passei a praticar o tênis, por muitos anos.  Hilde não jogava mas geralmente me acompanhava, Lucinha já estava conosco e Hilde aproveitava para que ela passeasse no parque do Tênis Clube Rio Branco, onde encontrava-se com outras crianças.
Eu tive alguns sonhos que não realizei,  em compensação realizei outras coisas com as quais nem havia sonhando que poderia fazer...  Como ter uma família maravilhosa, com carinho e amor, que se perpetua agora com os netos.
Mas um dos meus sonhos não realizados é que eu queria ser oficial da aeronáutica. Como prêmio de consolação.  Formei-me como piloto do Aereoclube. Voei muito tempo.  Hilde não aprovava esta minha atividade.  Com relutância aceitava.  Acabei deixando de voar, em vista da reação de Hilde, depois que morreu um colega meu, justamente em um avião que eu havia voado alguns minutos antes....
Fui presidente do Aereoclube e deixei uma grande realização. Formei a sociedade FRONAG, e compramos o primeiro avião agrícola da fronteira-oeste.  Antes consultei meu amigo e instrutor do Aereoclube,  Oscar Gugiana, que era instrutor por amor a arte,  era orizicultor.  Consultei tambem meu querido amigo Bernardo Trojan, companheiro de Lions, ambos me deram forças e juntamos outros amigos.
Para trazer o avião, prontificou-se nosso instrutor Richard, que com valentia sem igual, trouxe o avião até Uruguaiana.  Para isto voou dos EUA até aqui.  A grande façanha é que para atravessar o Caribe, com a pouca autonomia que tinha o avião, veio "pulando" de ilha em ilhas....
Parece mentira mas o avião ainda está funcionando e trabalhando em aviação agrícola.
 

A história desta boneca é bonita. Hilde eu tinhamos ido para Porto Alegre fazer compras para a casinha da rua 7, a qual estávamos reformado todinha, desde aberturas mudamos
Assim o dinheiro estava contado...  Naquele tempo não existiam os grandes shoping e sim grandes lojas que estavam localizadas em determinadas ruas. Na rua da praia, passagem obrigatória, estavam as casas de artigos finos.  Em destas casas na vitrine grande estava esta boneco, recém lançada pela Estrela. Era lindíssima e ficamos imaginando o quanto as gurias iriam gostar. No primeiro impulso decidimos que era muito caro e que não poderíamos comprar. 
Passamos várias vezes por esta vitrine e sempre tentados a  comprar mas sem coragem....  Não sei se partiu de mim ou de Hilde, o importante é que um de nós tomou a decisão de comprar e o outro apoio integramente.  Foi uma grande decisão, o preço era alto. As gurias eram cuidadosas e esta boneca foi alvo de seus brinquedos por muitos anos. A boneca usaca as roupas das gurias, que lhe vestiam e desvcstiam, pentevam.  Foi motivo de felicidade para nós,  uma boa decisão que tomamos. Passamos a ter 4 filhas,,,,   Na foto está  Mariazinha filha de um empregada nossa, a qual cuidava das gurias.  Ela era muito eficiente, calma e, apesar de ser também uma criança, dava conta de suas obrigações que eram cuidar das nosssas filhas.  Lúcia já era maiorzinha e não carecia de tantos cuidado, mas as outras duas eram pequenas demais para ficarem sem alguém que lhes cuidassem.  Assim Hilde podia ir para o consultório trabalhar com tranquilidade.
Esta foto também marcou época...   Não se imprimiam cópias coloridas no Braslil...  É isto ai... Nem em São Paulo.  O filme colorido eu consegui e fiz a foto.  Para revelar mandei para os Estados Unidos. Em Washington estava, com adido militar, meu grande amigo Gilberto Schimt e sua família.  Pedi para que ele levasse em um serviço e revelasse, o que foi feito.  Na loja o funcionário fez um comentária.  Eis uma típíca familia do sul... dos EUA...
 
Festas faziam parte de nossas vidas.  HIlde não era assim muito fanática. Porém, percebendo que eu gostava, ela aderia de boa vontade.  Haviam os bailes que o Clube Comercial promovia, não só no fim do ano, 7 de setembro e no Carnaval, com vários outros. Sempre havia um bom motivo.  Um banda que chegava na cidade ou algum acontecimento marcante.
Na primeira das fotografias acima, na direita aparece Regina Yara, minha amiga de infância, casada com oficial da marinha, Cortes, que depois foi morar no Rio e chegou a Almirante.  Na fotografia da direta esta o maravilhoso amigo e cunhado  Maneco, casado com Brunhilda, irmã da Hilde,  Assim vivíamos com um grande grupo de amigos.  E procurávamos estar juntos sempre.
Como se não bastassem os bailes do Clube Comercial, nós inventamos outros, geralmente em nossa casa, que eu comandava e Hilde realizava.  Ela era a grande realizadora das minhas criações. Nestas festas, todos vestiam
a mesma fantasia.  Houve a resta dos romanos das melindrosas, a caráter do tirol e outras, todos vestiam as fantasias adequadas.
Foram várias destas festas que realizamos. Os convidados eram sempre os mesmo, a nosso turma, a qual era composta a maioria por oficiais do exército, de fora, que chegam aqui e casavam, não resistiam a beleza da nossas gauchinhas. Elas era nossas amigas, e casando ficava o casal nosso amigo.  Ai formamos um
grupo de amigos maravilhoso, que nos queremos bem até hoje.  Infelizmente muitos foram chamado por Deus. Mas os que poucos que ficaram sempre estão conosco de uma maneira ou outra.  Realmente, neste grupo eu era o único paisano...


 
 


 
Nosso grupo de amigos curtia muito as festas, no carnaval, assim que saia o livreto com as novas canções nos passavamos a nos reunir todos os sábados para treinar as canções.  Pelo menos era um bom motivo para tomar úisque...  Lembro que nos reunimos muitas vezes na casa do Chiquinho e Niura, mas faziamos rodízio. 
Quando nossos maigos ficaram velhos...   ( isto é gozação com eles... )  nos passamos a fazer festas com nossas filhas. Na foto, em um carnaval Pulico e eu fizemos uma fantasia igual de espanhol. Pelo menos o chapéu era espanhol.
O pátio de nossa casa prestava-se para muitas festas.  As filhas usaram este pátio desde criança para brincarem, como depois de mocinha para suas festas. Laura e Cristina fizeram muitas festas nesta casa. Aquela nosso intenção de fazer a casa grande, para que nossa casa fosse o ponto de encontro do grupo de amigas das filhas foi um grande sucessso.  Nossa casa era o ponto de reunião preferencial.
 
Aqui estamos em baile no Clube Comercial.
Deve ser em Primeiro de Ano, pois há um champegne na mesa e estamos vestidos de smuke. Eu estava de samer, última moda.
A calça era preta do smuke, mas o casado era mais leve.
Ressalto que nos primeiro bailes de caraval também, era obrigdo traje a rigor.  Mas havia a alternativa de ir com fantasia.
O casal que está conosco é do nosso grupo de amigos muito íntimos. Terezinha e Mauro Rodrigues. Terezinha era visinha da Mirza, minha prima irmã. Elas sempre estavam juntas.  Ambas casaram com militares. Este casal maravilhoso é ainda grandes amigos nossos. Ele era do Rio.
Mirza, minha prima irmã, é casa dom Helio Cerati, familia de Uruguaiana, mas formou-se como militar. Quando eu foi empossado na Acasdemia Gaúda de Odontologia e, agora quando recebi o Honra ao Mérito do CRO/RS,  Mirza, Helio, Terezinha e Mauro estavam lá prestigiando o acontecimentos.
Veja detalhes da posse na AGO e no Honra ao Mérito do CRO
http://www.cleber.com.br/curriculo_2/medalhas_13/index.html
http://www.cleber.com.br/academia.html
 
Aqui é um baile realizado pelo  Lions Clube de Uruguaiana.  Desde a fundação do Lions em nossa cidade, eu participei sempre da diretoria, chegando a presidente. Aqui eu me lembro bem que estava nosso companheiro Nilo Mascia, que foi Gobernador do Lions, e ele disse alguma coisa engraças que Hilde e eu ficamos rindo... A atuação da Hilde e eu no Lions deixou frutos. Um deles foi o a fundação da FRONAG, que já contei. Eu era também presidente do Aereoclube,  mas foi com a força dos meus companheiro do Lions, Bernardo Trojan e outros que eu consegui o intento. 
Além das atividades que o Lions tomava a si na comunidade, nossa maior realização foi a construção da sede da APAE.  A entidade estava funcionando com deficientes em uma casa que lhe havia emprestada a 
Prefeitura Municipal.  O Linos vinha ajudando com material escolar e com o que nos solicitavam.  Um dia a diretora da escolinha, Terezinha,  veio falar com Hilde e explicar que a situação era crítica. Nós sabíamos que as condições do local eram precários, quando chovia tinham de suspender as aulas...
A agora o assunto é que a Prefeitura havia doado este imóvel, para que fosse demolido e ai construído um edifício de apartamentos para AJURIS  ( Associação dos Juises ).  Acontece que não haviam casas adequadas para alugar quando os juises chegavam na cidade. A inciativa era valida e nobre.  Porém, a escolinha não podia ficar na rua...  Ai então com a força do Lions Hilde e eu iniciamos um trabalho glorioso.
Ainda a  APAE não estava estruturada com uma entidade nacional. Nós aqui eramos independentes.
Formamos um associação de amigos da APAE.  Havia uma senhora, filha de Uruguaiana, Dna Elza Vasques, casada com militar, que depois de muitos anos fora de Uruguaiana, voltou com o marido, o qual era General e assumiu o comando da Guarnição de Uruguaiana.  Convidamos Dna Elza para ser a Presidente da APAE de Uruguaiana.  Dna Elza era uma pessoa maravilhosa e estava ansiosa por fazer alguma coisa de bom pela cidade que havia deixado por tantos anos. Quando menina ela tinha sido cliente da Dma Frida, mãe da Hide e conhecia meu pai, assim foi fácil ela aceitar.  O tezoureiro era o nosso amigo, intendente do Excército, Lourenço, companheiro do Lios e homem de grande conceito na cidade.
Aliás, fomos amigos toda a vida, até sua morte. Diga-se de passagem que ele foi Diretor da Cooperativa de Lãs e era um moirão que tranquilizava. Com Lourenço sabíamos que o dinheiro estava bem administrado.
Tinhamos as nossas forças alinhadas.  Com Dma. Elza, Lourenço,  Hilde e eu fomos ao Prefeito da cidade e lhe colocamos em cheque.  A prefeitura teria de doar para a APAE um terreno, já que ela mesma estava desalojando a escolinha,  que mal ou bem ali funcionava...  O prefeito era nosso querido amigo  de toda vida, parceiro de festinhas na nossa casa e de carnaval,  Coronel Gilberto, também do Lions....
Foi fácil conseguimos que a Prefeitura doasse um terreno ideal, bem localizado e grande o suficiente para futuras ampliações. O engenheiro da Prefeitura, meu colega de Ginasio Sant´Ana, Pitico, e companheiro de Lions, fez a planta.  Naquela ocasião, Mauro Rodrigues, o meu grande amigo, da fotografia acima, que pertencia do Lions de Uruguaiana e agora estava no Rio de Janeiro como Secretário Geral da Educação  (segundo homem no Ministério de Educação ) - era o tempo da bendida revolução, que colocou o Brasil no seu rumo, tirando dos caminhos perigosos que estava tomando -  Mauro nos disse:  a causa de APAE é boa e eu consigo o dinheiro.  Mas a comunidade tem de ajudar com alguma parte.  Bem !!!  Já tinhamos o terreno...  Tinhamos o engenheiro...  Ai veio sempre a proverbial ajuda de Deus.

O exército prendeu um grandíssimo contrabando de bijuterias finas.  Eram brincos, colares, aneis. Nada de grande valor mas em grande quantidade. Montamos uma local de vendas, aberto ao público,  no Clube Comercial, Hilde e as demais senhoras do Lions eram as vendedoras.  Hilde se revelou uma grande vendedora.  Colocava em si as bijuteria e sacudia a cabeça movendo os grandes bricos.  Todos queriam comprar as bijuterias que Hilde exibia. Nesta noite vendeu-se muito bem.  Mas ainda sobravam grande quantidade.  Então fizemos novas vendas em outros dias.   Não me lembro de números, mas foi levantada uma quantia importante em dinheiro.  Não se gastou um centavo.  Tudo que entrou foi lucro.  Não paramos ai, fizemos outras campanhas.
Dna Elza prestativa, saiu com Hilde e outras senhoras com um Livro de Ouro  ( era costume da época para as boas causas )  Foram ao alto comércio e as grandes personalidade de Uruguaiana. Entrou mais dinheiro e assim pudemos chegar ao Mauro e dizer:  a comunidade contribuiu agora queremos que o Ministério de Educação nos ajude....  E nos ajudou substancialmente.   Assim foi construída a atual sede da APAE, a qual com sucessivas e boas diretorias ampliou e melhorou as instalações iniciais, aderiu a  APAE nacional e deu seguimento, com excelência ao que o Lions, na nossa direção havia iniciado.
Deve-se ainda qui render-se homenagem a um outro amigo meu, que era tezoureiro do Trein Irmãos, na época uma grande ferragem, ele se aposentou e foi trabalhar conosco na APAE.  Ele ia de manha cedinho para a obra e ficava controlando os trabalhadores.  De brincadeira Hilde e eu dizemos que ele levava uma varinha de marmelo, quando algum oporário baixa a produção ele lhes batia na bundinha.... A verdade é que a presença dele dava ordem na construção.
Foi um periodo feliz este nosso no Lions. Todas as semanas tínamos reuniões. Uma semana era só de trabalho e reunia-se somente a diretoria. Na outra semana era reunião festiva com as senhoras (domadoras).  Nada como a força da juventudo, trabalhavamos todo o dia e a noite estavamos prontos para festa.
Hilde foi uma magnífica companheira de realizaçãos no Lions Clube de Uruguaiana.
 

Nilce e Lùcia na esquerda,  na direita na manhã de um Natal, como sempre rico em presentes. 
Sendo que Lúcia aqui já revela seu cuidado pelas coisas. Um dos brinquedos é uma táboa de
passar roupa. 

 
 
Esta memorável fotografia foi em um carnaval. Por certo que todas as mães cooperam, mas Hilde foi quem idealizou a fantasia de tirolez. 
Da esqueda para a direita.
Fátima, Nilce, Maria Tereza, Lúcia, Ana Maria e Luluca.
Está e outra fantástica fotografia que vale a pena nomear as crianças, hoje personalidades do nosso mundo.
Da esquerda para a direita: Márcia Trojan, filha de meu querido amigo Bernardo, e amiga de toda a vida de minha filha Laura. Seguem Cristina Tramunty, Terezinha....
Ana Maria Schimnidt, Laura, Luluca.  Sentados, Sergio, .... Cristina a aniversariante, e em pé na direita dado e Naor.
Aqui as três filhas, robustas e cheia de saúde.
Esta fotografia foi feita na casinha onde nasceram.  Dois anos ou três depois nos mudamos para a casa grande. Lucia tinha 14 anos quando viemos para cá,  Laura 8 e Cristina 7.
Observem que no fundo está cheio de flores.  Trabalho da Hilde exclusicamente.


8 de dezembro 1970 - Primeira comunhão
Janeiro de 1974

  Baile Carnaval no Clube Comercial 1976
 

Passamos aqui para outra geração, o batizado da maravilhosa neta Maria Fernanda. O vestido é o mesmo que foi usado por Ana Lúcia no seu batizado. 
Fernanda sempre foi e é até hoje vestida como uma princesa.  Lúcia herdou da 
Hilde o gosto pelas coisas primorosas e feitas com capricho e desvelo..

 
   

    

  
 
 

O tempo passou e a família aumentou, chegou a primeira neta. A maravilhosa, alegre, afetiva Maria Fernanda  que veio alegrar ainda mais nossa vida.  Hilde como sempre de uma alegria incontida.  Ela amava a família. A chegada das netas veio culminar a formação da família. Nós tínhamos churrasqueira na casa.  Mas resolvemos fazer um assado de chão, bem a moda campeira, no fundo do pátio da casa grande.  Havia felicidade aos borbotões. Neste tempo Cristina ainda estava conosco, não tinha mudado-se para Florianópolis.
 

              Gabriela uma chachorra guaipeca, era super inteligente e tinha grande amor para dar.
            Foi companheira de duas gerações, primeiro de nossas filhas, depois da neta Fernanda.
 
Quatro anos depois da neta Fernanda,  veio a doce Juliana, filha do Negro e Laura. 
Foi o segundo batismo de neta na família.  Lucia e Pulico foram os padrinhos.  Fernanda que até então era rainha absoluta, passo a compartilhas o trono com Juliana.  Mas, com amor muito grande dava todas...
Mais um pouco e veio Maria Luiza.  Hilde como sempre de uma alegria incotida.  Hilde tinha um amor muito especial pela família. Sempre procurava reunir todos na nossa casa.  Natal, Ano Novo, aniversários, tudo era motivo para reunião da família, sempre com 
grandes "comilanças", que Hilde preparava com 
esmero sem igual.  Tinha boas empregadas mas o toque refinado era sempre dela. Ela não só supervisionava como atuava na cosinha nestas festas.
E o produto era desejado por todos.
Além da boa comida, havia desvelo na preparação da mesa. Nâo só no Natal e Ano Novo como nos aniversários. 

Na fotografia do lado, ainda na Igreja, o batizado da Juliana, com o mesmo vestido que usou a Lúcia, Laura e Cristina. 
 
 
 
 
 

 

Nesta foto estamos na casinha da Cristina, na Barra da Lagoa, em Florianópolis, no colo está Juliana. Ainda não havia nascido Gabriel, filho de Cristina. 
Nós fomos todos veranear em Santa Catarina, e levamos a maravilhosa Ernestina que agora cuidava dos netos. 
Quando Cristina se formou em medicina, ela nos disse:
vou morar em Santa Catarina.  Hilde e eu reagimos contra pois querámos que todos ficassem em nosso redor...  Cristina arumentou:  vocês trabalham todo o ano para passar um mês em Santa Catarina.  Eu vou morar lá todo o ano e passo um mês em Uruguaiana. Hilde e eu tivemos de nos render a sua argumentação.
Mesmo porque não havia outro remédio, Cristina sempre foi muito determinada.
Nos contou que queria morar na Barra da Lagoa, um lugar tranquilo quase paradisíaco naquele tempo havbitado quase que só por pescadores. Hoje está muito pulido com a invasão dos turistas.  De início alugamos um casa de madeira, bem precária para ela provar se era realmente isto que ela queria.
Com Cristina perseverou na sua decisão de morar na Barra, ai lhe contruímos uma casinha. Pequena mas bem feita.  Hilde comandou a construção, comprou ela mesmo os materiais e contratou um engenheiro, ao inves dos construtores habituais da terra.  A casa ficou boa forte e tem resistido bem o tempo.


Junho 1991 nascimento da Luiza


Batizado da Maria Luiza em julho de 1991
 


Hilde com Juliana aos 8 meses                                     Hilde e Juliana com3 anos


Juliana


 

Fernanda de criança transformou-se em mocinha.  Dando continuação a família,  Pulico e Lúcia constroem seu magnifico apartamento com todos os detalhes comprados em Buenos Aires, como 
Hilde e eu tinhamos feito para nossa casa grande. 
Ai tivemos a alegria de lindas festas.   Fernanda crescia, tornando-se adolescente e depois mocinha.  Lúcia foi quem mais seguiu os passos da Hilde, no requinte da casa e da boa mesa. 
Mais tarde, quando Maria Fernanda noivou com Deco, o casal Pulico recebeu os pais e irmão do 
noivo, com suas famílias.  Foi mais uma magnífica festa organizada pela Lúcia, com a ajuda da Hilde. 
Também Lúcia foi quem mais acompanhou Hilde na culinária e na apresentação da boa mesa.  Tudo com requinte sem igual.  Além de saboroso bem arrumado e lindo.   Laura também sabe fazer festas 
com requinte e sabor.


Juliana com 5 anos,  Luiz com 2 1/2 anos de Gabriel com meses


1995

Chrrasquinho na casa de Lúci e Pulico em 1994

Laura e Negro também adquiriram um explêndido apartamente em um lindo edifício e montaram com requinte semelhante ao da Hilde.  Também Laura fez lindas festas com mesa requintada.
 
 

1994
Fotos feitas pelo Fernando Viana

 
Fernanda em uma festinha caipira na escola.
Overve-se o lindo vestido da caipirinha
Igual que Hilde, Lucia e Laura sempre foram
cuidadosa com suas roupas. O mesmo vestido
usado pela Fernanda veio depois vestir a Luiza
nove anos depois.


 
 


 


 Ocasião do debut da Maria Fernanda                            Juliana com Minie
 


22 dezembro de 1974


Punta del Este casa Crocante, 1997


Aniversário Gabriel 7 anos em junho 2000

  Natal 2001
 
 


Natal de 2003                                                                                                         julho 2006
 



 


Juliana Rainha do Clube Comercial  2005


Aniversário de Cleber  21 de setembro 2005

 


 
 
 
 


Noivado Maria Fernanda e Deco



 

PACOA DE 2004




Carnaval de 2005

As netas já nasceram na era dos computadores.  Maria Fernanda ficava pacientemente em meu colo esperando que eu lhe ordenasse para acionar alguma tecla. Eu havia ensinado ela a função de uma poucas teclas, como o F9 que, no Corel, dava tela cheia.  Ela ficava fascinada em apertar esta tecla e a imagem crescer tomando toda a tela
As netas Juliana e Luiz criaram-se mexendo com os compuatadores.  Na primeira fotografia abaixo, foi
tomada com uma câmara digital das primeiras que apareceram, e que tinham pouca resolução.  Observa-se Luiza não tinha um ano de idade quando ficou na frente do computador.  Ela batia com as duas mãos no teclado.  Eu ficava com um pouco de medo, mas raciocinava.  Nâo importa, se tem estragar que estrague.  O importante é que ela tomo contato com estas máquinas.  Na mesmo fotografia, Juliana, mas velhinha, já maneja o mouse olhando para a tela.
A segunda fotografia é de Luiz com cerca de dois anos de idade.  Ela já mexia com o mouse olhando para a tela do computador os movimentos que fazia.  Isto ela aprendeu quase de nascença....  Nós que nos criamos com o manuscrito, olhando para a ponta do lápis ou da canela, as netas já entraram direto nesta nova era.  Olha-se para a tela do computador.  Vejam como Luiza olha para tela do computador e não para o mouse.  Não é fantástico !!!   Eu me emociono cada vez que olho esta fotografia.
O tempo foi passando e elas sempre perseverantes, em todas as idades, sempre mexendo no computador.
Agora já mocinhas tem estas máquinas como uma de suas principais ferramentas de trabalho.

  Natal 2004
 
Aniversário de 14 anos da Luiza -  2005
 
 


Punta del Este Nata 2005 Juliana passo no vestibular