Informações Radiográficas e Cefalométricas
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Avaliação Cefalométrica e ângulo J
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No sentido póstero-anterior evidencia-se discreto défice
da maxila em relação à mandíbula ( ANB = 1°
).
A mandíbula tem ângulo goníaco e relação com base de crânio dentro do normal ( Goníaco = 125° e SN. Go Gn = 33° ). A disrelação esquelética que existe é causada pela Dimensão Vertical Inferior aumentada devido a inclinação caudal da linha bi espinhal. Spnp - Spna . SN deveria ter, segundo Schwarz, pequeno angulo positivo. No caso há um ângulo negativo. ( Angulo J, de Schwarz = 5 °) . Cosidere-se que Schwarz marca o Ponto S mais acima do que Steiner. A discrepância esquelética existente, nesta ocasião, não era de gravidade que justificasse cirurgia ortognata. O caso era ortodôntico. |
Comentário: Considere-se que a idade do paciente, nesta ocasião, era 10 anos e 3 meses, não compatível com tratamento cirúrgico, mesmo que este estivesse indicado. Por outro lado, não poderia ser deixado de tratar ortodonticamente. Assim sendo, justifica-se total e plenamente o tratamento ortodôntico fechando a mordia.
Telerradiografia pós recidiva.
Esta radiografia é um exemplo típico de alguns casos em que a parte anterior da maxila apresenta-se mais radiotranslúcida e erradamente pode o Ponto A ser marcado em posição mais para trás. O certo é onde está marcado em vermelho, para onde aponta a flecha.

A avaliação cefalométrica sugere
que, a causa principal desencadeante da recidiva, neste caso, foi a rotação
caudal da maxila. Isto é um problema esquelético de
crescimento desfavorável, imprevisível. Observa-se a seguir
que o ângulo "J" tornou-se negativo
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| Houve expressiva rotação da maxila. A inclinação
caudal da linha bi espinhal, aumentou. |
Não houve significativa alteração no ângulo
SN - Go Gn |