ATUALIZADA EM 31 DE MAIO, 2004  ÀS  10:00 HORAS


1º Seminário Brasileiro de Tomografia Computadorizada na Odontologia.

APLICAÇÕES ORTODÔNTICAS DA TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA VOLUMÉTRICA

A Cefalometria em 2D não morreu
 

Prof. Dr. Cléber Bidegain Pereira
Dra. Nayene Leocádia Manzutti Eid


Especialista em Ortodontia
Presidente do I, II, III, IV, V, VI e VII  Simpósio de Informática na Ortodontia 
Ortopedia Funcional dos Maxialres.
Colunista permante do Jornal ORTODONTIA da SPO.
Presidente da Comissão de Arquivos Digitais da SPO

Com o advento da maravilhosa  3D pensávamos que a Cefalometria tradicional iria morrer, quase de imediato, perdendo-se grande parte do extraordinário acervo científico conquistado com 70 anos de Cefalometria em 2D.
Eis que surge uma fantástica e deslumbrante opção.
Graças aos tomógrafos é possível radiografar a hemi-face.  Isto é, somente o um lado da face, o que proporciona uma imagem limpa, sem as sobreposições dos acidentes anatômicos laterais que tanto perturbam a boa marcação dos pontos laterais.

Quando vi a primeira destas imagem lembrei-me de Antônio Rego de Almeida, calejado estudioso da Cefalometria.  Certa feita ele me disse:  de tanto traçar órbitas já consigo fazer isto com alguma segurança...

Vejam nas imagens que seguem  - que são só um início -  a facilidade com que se pode traçar o conduto auditivo, a órbita, a chanfradura sigmóide, as bordas anterior e posterior do ramo, a borda inferior da mandíbula, tudo sem ter de adivinhar qual é o lado esquerdo ...   A clareza e segurança com que são visualizados os acidentes anatômicos laterais possibilitará que a maioria deles sejam marcados por programas,  que eliminarão o erro do operador.

Vou aceitar com entusiasmo a proposta da Pancaste de reeditar nosso livro de Introdução à Cefalometria, que me parecia agonizante....

É necessário deixar claro que as imagens em 3D para fins de diagnóstico, inclusive cefalométricos, continuarão sua trajetória irreversível e, cada vez mais, serão indispensáveis no dia a dia da clínica Odontológica.
É provável que a cefalometria continue, pelo menos por algum tempo, em 2 D gerada em imagens tomográficas da hemi face.  E a 3D, como estudos cranioscópicos da avaliação volumétrica.
 

Imagens do Prof. Dr. Angenor Montebello Filho,
Imagens realizadas no Mãe de Deus Center, em Porto Alegre/RS
Dr. Vinícius Dutra.
Imagens colhidas na Internet pelo grupo CD-Rom de Maceió.  Drs. Samuel e Bruno Cabús Gois



NOTA:  Entre outros, estou recebendo imagens, força e ensinamentos dos jovem radiologistas: Vinícios Dutra, Nayene L. Manzutti Eid,  Silvia, Samuel e Bruno Cabús Gois, Leandro Mottin e Aderson Gegler.



Cléber Bidegain Pereira
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