INTRODUÇÃO
A - CINTURA PÉLVICA
1. OSSO DO QUADRIL
2. PELVE
B - MEMBRO INFERIOR LIVRE
1. FÊMUR
2. RÓTULA
3. TÍBIA
4. PERÔNIO
5. OSSOS DO PÉ
MEDIDAS:
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Fig. 1 Osso esquerdo do quadril, vista ...
C = Ponto Central de SCHULT |
02. COMPRIMENTO DO ÍLIO - Distância, em linha reta, do ponto mais elevado da crista ilíaca a ponto de união dos três elementos do osso do quadril (ílio, ísquio e púbis). Este ponto varia segundo autores: para alguns é aproximadamente o centro do acetábulo; para SCHULTZ é o ponto "A", ou ponto cotilóide, - situado imprecisamente na junção do bordo anterior do osso do quadril. Os três elementos do quadril formam um "Y". Compasso de corrediça (Fig. 1)
03. COMPRIMENTO DO ÍSQUIO - Distância, em linha reta, entre o ponto de união dos três elementos do osso do quadril (ílio, ísquio e púbis) e o ponto mais afastado do bordo da tuberosidade isquiática -Compasso de corrediça (Fig. 1).
04. COMPRIMENTO DO PÚBIS – Distância, em linha reta, entre o ponto de união dos três elementos do osso do quadril (ílio, ísquio e púbis) e a extremidade superior da face sinfisária do púbis - Compasso de corrediça (Fig. 1).
05. COMPRIMENTO DA FACE SINFISÁRIA - Maior
distância da superfície sinfisária do púbis,
medido ao longo do bordo medial - Compasso de corrediça (Fig.
2).
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Fig. 2 Osso do quadril, aspecto interno |
06. COMPRIMENTO DA FACE AURICULAR - Distância, em projeção, entre o ílio-auricular (ponto situado no bordo superior da faceta auricular mais próxima do ponto supra-acetabular) e o ponto mais afastado no bordo posterior da faceta auricular - Compasso de corrediça (Fig. 2).
07. LARGURA DA ASA DO ÍLIO - Distância, em linha reta, entre as duas espinhas ilíacas superiores (ântero-superior e póstero-superior) - Compasso de corrediça.
08. LARGURA MÍNIMA DO ÍLIO EM SUA PORÇÃO INFERIOR - Distância mínima, em linha reta, do ponto supra-acetabular (ponto mais profundo da espinha ilíaca antero-inferior junto ao bordo do acetábulo) ao bordo da incisura isquiática maior - Compasso de corrediça.
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0SSO DO QUADRIL, vista póstero-lateral
Modificado e redesenhado deOLIVER ( 1960). |
O9. LARGURA ACETÁBULO-ISQUIÁTICA (SAUTER 1956-1957) - Distância, em linha reta, perpendicular, do meio da vertente inferior da incisura isquiática maior até o bordo posterior do acetábulo – Compasso de corrediça.
10. ABERTURA DA INCISURA ISQUIÁTICA MAIOR (VERNEAU 1875) - Distância, em linha reta, da espinha ilíaca póstero-inferior até a espinha isquiática - Compasso de corrediça.
11. ABERTURA DA INCISURA ISQUIÁTICA MAIOR (LAZORTHES
1939) - Distância, em linha reta, do tubérculo do piramidal
à espinha isquiática - Compasso de corrediça.
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Fig. 5 – Instrumento de medida da incisura isquiática
maior.
A = Espinha isquiática B = Tubérculo piramidal |
12. PROFUNDIDADE DA INCISURA ISQUIÁTICA MAIOR - Flecha máxima, perpendicular à largura máxima da incisura isquiática maior – Compasso de corrediça.
13. CORDA DO ARCO SUPERIOR DA INCISURA ISQUIÁTICA MAIOR - Segmento sobre a abertura da incisura isquiática maior (LAZORTHES), compreendido entre o tubérculo do piramidal e o ponto que representa a projeção da flecha máxima sobre a referida abertura - Compasso de coordenada. (Fig. 3).
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14. DIÂMETRO VERTICAL DO ACETÁBULO - Distância, em linha reta, entre o ponto mais alto e o ponto mais baixo da face semilunar do acetábulo - Compasso de corrediça.
15. DIÂMETRO TRANSVERSO DO ACETÁBULO – Distância, em linha reta, entre os pontos mais laterais da face semilunar do acetábulo - Compasso de corrediça.
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OSSO DO QUADRIL, aspecto externo |
01. ÍNDICE DO OSSO DO QUADRIL
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02. ÍNDICE DE LARGURA DO ÍLIO
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03. ÍNDICE ACETÁBULO-ISQUIÁTICO
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04. ÍNDICE ÍSQUIO-PUBIANO (SCHULTZ, 1930)
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05. ÍNDICE DA INCISURA ISQUIÁTICA MAIOR
A) Segundo LAZORTHES (1939)
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B) Segundo DAVIONGS (1963)
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FIG. 1
OSSO ESQUERDO DO QUADRIL, vista - Ponto central de SCHLTZ (C).
1- Comprimento máximo ou altura do osso do quadril (AB).
2- Comprimento do ílio (CD).
3- Comprimento do ísquio (CE).
4- Comprimento do púbis (CF).
7- Largura da asa do ílio (GH).
FIG. 2
OSSO DO QUADRIL, aspecto interno.
5- Comprimento da face sinfisiária AB.
6- Comprimento da face auricular CD.
8- Largura mínima do ílio em porção inferior EF.
Figura
Espinha isquiática Espinha isquiática
Póstero-inferior
Figura
Insisura isquiática Acetábulo
10- Abertura da incisura isquiática maior (VERNEUAU) AB.
11- Abertura da incisura isquiática maior (LAZORTHES) BC.
12- Profundidade da incisura isquiática maior (LAZORTHES) DE.
13- Corda do arco superior da incisura isquiática maior EC.
OSSO DO QUADRIL, VISTA POSTEROLATERAL
9- Largura acetábulo isquiática AB.
Modificado e redesenhado de OLIVER (1960).
FIG. 5
Instrumento de medida da incisura isquiática maior.
Espinha isquiática (A)
Tubérculo piramidal (B)
A pelve é formada pelos dois ossos do quadril, esquerdo e direito, unidos na parte anterior pela sínfise pubiana e na parte posterior pelo sacro.
A pelve montada não corresponde exatamente à realidade, pois não se pode estimar as espessuras das cartilagens sacro-iliáca e sinfisiária, que variam segundo a idade e o sexo do indivíduo. Por conseguinte, mensurações precisas só podem ser feitas no vivo através da radiopelvimetria.
MEDIDAS
02. LARGURA MÁXIMA DA PELVA - Maior distância, em linha reta, entre os pontos laterais mais salientes dos lados externos das cristas ilíacas - Compasso de espessura (Fig. 1).
03. DIAMETRO CÓCCIX-INFRAPUBIANO DA PELVE
- Distância, em linha reta, da ponta do cóccix à parte
mais inferior da sínfise pubiana - Compasso de corrediça
(Fig. 3 e 5).
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PELVE FEMININA, vista póstero-ânterior.
Largura máxima da pelve
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PELVE FEMININA. Vista inferior
Diâmetro cóccix-infrapubianoLargura intertuberal
|
05. LARGURA INTERBUBERAL DA PELVE - Distância, em linha reta, entre os centros das superfícies mais baixas das tuberosidades isquiáticas - Compasso de corrediça (Fig. 3 e 5).
06. DIÂMETRO TRANSVERSO INFERIOR DA PELVE
- Distância, em linha reta, entre os ápices das espinhas isquiáticas
- Compasso de corrediça (Fig. 1).
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PELVE FEMININA, vista póstero-ânterior. |
Para
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PELVE FEMININA, vista antero-inferior. |
08. DIÂMETRO TRANSVERSO DA ABERTURA SUPERIOR DA PELVE - Maior distância, em linha reta, entre as linhas arqueadas, tomada no plano frontal - Compasso de corrediça (Fig. 7).
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PELVE, vistas anterior12
– ângulo sub pubiano |
10. DIÂMETROS OBLÍQUOS I E II DA ABERTURA SUPERIOR DA PELVE – Estende-se da sínfise sacro-iliáca de um lado à eminência ilio-pubiana do lado oposto. Como as pelves são freqüentemente assimétricas, deve-se tomar as duas medidas: a direita-esquerda e esquerda-direita respectivamente - Compasso de corrediça (Fig. 7).
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PELVE FEMININA, vistaAntero-superior |
01. ÍNDICE ALTURA-LARGURA DA PELVE ou INDICE
PELVIANO
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| Europeu |
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| Negros |
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| Fueguinos |
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| Índios Salado |
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| Polinésios |
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02. ÍNDICE DA ABERTURA SUPERIOR DA PELVE
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12. DIÂMETRO OBLIQÜO, DA ABERTURA INFERIOR DA PELVE - Estende-se do meio de um ligamento sacro-isquiático ao meio do ramo ísquio-pubiano do lado oposto - Compasso de corrediça (Fig. 5).
13. ANGULO SUBPUBIANO - Determinado pelos dois ramos inferiores do púbis, cujo vértice é a sínfise - Goniômetro (Fig. 7).
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| Europeus |
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| Holandeses |
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| Russos |
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| Ainos |
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| Andamaneses |
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| Japoneses |
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| Fueguinos |
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||
| Australianos |
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| Platipélvica (pelve larga) |
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|
| Mesatipélvica (pelve intermediária) |
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|
| Dolicopelvica (pelve estreita) |
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|
A cobertura superior da pelve larga tem forma ovalar,
enquanto a da estreita tem forma arredondada.
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| Europeus |
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Turner |
| Europeus |
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Verneau |
| Europeus |
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Topinard |
| Europeus |
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Garson |
| Europeus |
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Flower |
| Europeus |
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Krause |
| Europóides |
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| Ainos |
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| Andâmaneses |
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Flower |
| Andâmaneses |
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Garson |
| Filipinos |
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| Japoneses |
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| Malaios |
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| Mongolóides |
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Korn |
| Vedas |
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| Bosquímanos |
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| Negros |
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Verneau |
| Negros |
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|
Topinard |
| Negros |
|
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Turner |
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| Antigos habitantes de Lagoa Santa (Minas Gerais Brasil) |
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| Califórnia |
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| Fueguinos |
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Garson |
| Fueguinos |
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Sergi |
| Fueguinos |
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Martin |
| Indianóides |
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|
| Índio de Santa Rosa |
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| Índios da costa noroeste da América do Norte |
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| Índios Munsee (Nova Jersey EUA) |
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| Índios norte-americanos |
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| Índios Salado |
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| Índios Sioux |
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| Kentucky |
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| México |
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| Novo México |
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| Peru |
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| Tennessee |
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| Australianos |
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| Melanésios |
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|
Verneau |
| Melanésios |
|
|
|
| Negritos |
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| Nova Caledônia |
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|
| Polinésis |
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03. ÍNDICE ÍLIO-PUBIANO OU ÍNDICE DE LARGURA DA PELVE
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| Europeus |
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| Ainos |
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| Andamâneses |
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| Indianos |
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| Japoneses |
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| Senoi |
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| Egípcios |
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| Negros |
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| Fueguinos |
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| Australianos |
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| Nova Caledônia |
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04. ÍNDICE DE ABERTURA INFERIOR DA PELVE
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Quatro tipos de pelve feminina
( CALDWELL e MOLOY ) |
Se a abertura superior da pelve é arredondada, diz-se que ela é GINECÓIDE; se tem a forma de coração é ANDRÓIDE; tendo semelhança a um oval longo e estreito, a pelve é ANTROPÓIDE ; se tem a abertura superior ovóide, com seu maior eixo transversal, é PLATIPLÓIDE ou achatada. Todos os quatro tipos podem se apresentar na mulher. Além disto, esses tipos freqüentemente se sobrepõem um ao outro, uma pelve pode ser em parte de um tipo e em parte de outro.
Fig. 7
PELVE FEMININA, VISTA ÂNTERO-SUPERIOR
8- Diâmetro transverso da abertura superior da pelve (AB).
9- Diâmetro sagital da abertura superior da pelve (CD).
10- Diâmetro Oblíquos (I e II) da abertura superior da pelve.
Fig. 8
PELVE, VISTA ANTERIOR
7- Largura bi-acetabular (AB).
12- Ângulo sub-pubiano (?).
Fig. 9
QUATRO TIPOS DE PELVE FEMININA (CALDWELL e MOLOY)
Fig. 6
OSSO DO QUADRIL, ASPECTO EXTERNO
14- Diâmetro vertical do acetábulo (CD).
15- Diâmetro transverso do acetábulo (AB).
Fig. 1
PELVE FEMININA, VISTA ÂNTERO-POSTERIOR
2- Largura máxima da pelve (AB).
4- Largura bi-espinhal (CD).
6- Diâmetro transverso inferior (EF).
Fig. 3
PELVE FEMININA, VISTA ÂNTERO-INFERIOR
3- Diâmetro cóccix-infrapubiano (AB).
5- Largura intertuberal (CD).
Fig. 4
PELVE FEMININA, VISTA SUPERIOR
4- Largura bi-espinhal (CD).
Fig. 5
PELVE FEMININA, VISTA INFERIOR
3- Diâmetro cóccix-infrapubiano (AB).
5- Largura intertuberal (CD).
10- Diâmetros oblíquos da abertura inferior da pelve.
B - MEMBRO INFERIOR LIVRE
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O fêmur é o osso da coxa, que se articula
em cima com o osso do quadril e em baixo com a tíbia. A tíbia
e o perônio são os ossos da perna, que se unem ao esqueleto
do pé no tornozelo. Deve-se considerar também a rótula,
que é um osso sesamóide incluso no tendão da inserção
do músculo quadríceps da coxa.
MEDIDAS
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FÊMUR, direito vista anterior |
02. COMPRIMENTO FISIOLÓGICO DO FÊMUR - Distância, em linha reta, perpendicular ao plano condilar, medida desde este plano até a parte mais alta da cabeça do fêmur - Tábua osteométrica (Fig. 2).
03. COMPRIMENTO TROCANTERIANO OU TROCÂNTER CONDILIANO DO FÊMUR - Distância, em linha reta, do ponto mais proeminente do trocanter maior ao ponto mais distal do côndilo medial. Esta medida é especialmente conveniente porque pode ser tomada em esqueleto articulado ou em fêmur fragmentado onde falte a cabeça. - Compasso de corrediça e/ou tábua osteométrica (Fig. 2).
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FÊMUR direito, vista anterior |
04. COMPRIMENTO DA DIÁFISE DO FÊMUR –
Distância, em linha reta, do tubérculo da linha intertrocanteriana
ao meio da linha intercondiliana tomada na face anterior do osso - Compasso
de corrediça (Fig. 2) e
(Fig. 1 A).
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FÊMUR, vista anterior |
05. DIÂMETRO TRANSVERSO DO MEIO DA DIÁFISE DO FÊMUR - Tomado transversalmente ao longo do eixo do osso, ao nível do meio da diáfise - Compasso de corrediça (Fig. 1).
06. DIÂMETRO ÂNTERO-POSTERIOR MÁXIMO DO MEIO DA DIÁFISE - Tomado sagitalmente ao mesmo nível do diâmetro transverso do meio da diáfise e perpendicular a ele - Compasso de corrediça.
07. PERÍMETRO DO MEIO DA DIÁFISE DO FÊMUR - Tomado do mesmo nível dos diâmetros transverso e ântero-posterior do meio da diáfise - Fita métrica.
08. DIÂMETRO TRANSVERSO SUBTROCANTERIANO DO FÊMUR
- Medido do terço superior do fêmur, cerca de 2 a 5 cm
abaixo do trocânter menor, ao nível do maior alargamento transverso
da diáfise - Compasso de corrediça (Fig.
3).
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FÊMUR direito, parte superior,
vista anterior. |
O9. DIÂMETRO ÂNTERO-POSTERIOR SUBTROCANTERIANO DO FÊMUR - Tomado no sentido sagital, no mesmo nível do diâmetro transverso subtrocanteriano e perpendicularmente a este – Compasso de corrediça.
10. DIÂMETRO VERTICAL OU FRONTAL DA CABEÇA
DO FÊMUR - Maior diâmetro vertical da cabeça do
fêmur, paralelo ao eixo vertical da diáfise, estando o osso
em posição anatômica - Compasso de corrediça
(Fig. 3).
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FÊMUR direito, parte inferior, vistalateral. |
11. DIÂMETRO TRANSVERSO OU ÂNTERO-POSTERIOR DA CABEÇA DO FÊMUR - Tomado ao mesmo nível do diâmetro vertical da cabeça do fêmur e transversalmente a ele - Compasso de corrediça.
12. PERÍMETRO DA CABEÇA DO FÊMUR
- Maior perímetro da cabeça do fêmur,
tomado ao nível dos diâmetros vertical e
transversal da cabeça do fêmur.
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FÊMUR direito, parte inferior vistaAnterior. |
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FÊMUR, vista superior |
01. ÍNDICE COMPRIMENTO-ESPESSURA DO FÊMUR
|
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| Bávaros |
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|
| Europeus |
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| Neolítico de Chalon |
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| Suábios e Alamanos |
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|
| Mongolóides |
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|
| Senoi |
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|
| Sambaqui de Cabeçuda (SC Brasil) |
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|
|
|
| Polinésios |
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O índice comprimento-espessura - é usado especialmente em fêmures fragmentados.
02. ÍNDICE DE ROBUSTEZ DO FÊMUR
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| Bávaros (Vorberge) |
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|
| Franceses |
|
|
|
| Franceses (Idade Média) |
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| Neolítico |
|
|
|
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|
| Chineses |
|
|
|
| Japoneses |
|
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| Malaios |
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|
| Polinésios |
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| Australianos |
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| Negritos |
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| Bávaros |
|
|
|
| Bávaros recentes |
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|
| Suábios e Alamânicos |
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|
| Suíços (Alemães) |
|
|
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| Suíços atuais |
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| Índios |
|
|
|
|
|
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| Antigos Egípcios |
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| Berberes |
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||
| Egípcios |
|
||
| Guanchos |
|
||
| Negros |
|
|
|
|
|
|
| Antigos Equatorianos |
|
||
| Baixa Califórnia |
|
|
|
| Baixa Califórnia |
|
|
|
| Fueguinos |
|
||
| Índios Paltacalos |
|
||
| Índios Patagões |
|
|
|
|
|
|
| Maori |
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||
| Melanésios |
|
||
| Negritos |
|
|
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|
| Alemães e Suíços |
|
| Austríacos |
|
| Bávaros |
|
| Franceses da Idade Média |
|
| Franceses Recentes |
|
| Gauleses |
|
| Neolítico Francês |
|
| Suábios e Alemanos |
|
| Suíços |
|
|
|
|
| Japoneses |
|
| Malaios |
|
| Senoi |
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14. DIÂMETRO SAGITAL OU TRANSVERSO DO COLO DO FÊMUR - Tomado no mesmo nível do diâmetro vertical do colo e transversalmente a ele - Compasso de corrediça.
15. PERÍMETRO DO COLO DO FÊMUR - Tomado ao nível dos diâmetros vertical e transversal do colo femural - Fita métrica.
16. MENOR DIÂMETRO SAGITAL INFERIOR DA DIÁFISE DO FÊMUR – Distância dorso-ventral da diáfise tomada acima dos côndilos, tendo como referência o ponto médio da face poplitéia, situado aproximadamente 4 cm acima da linha intercondiliana - Compasso de corrediça (Fig. 4).
17. DIÂMETRO TRANSVERSO INFERIOR DA DIÁFISE DO FÊMUR - Distância meso-lateral tomada ao nível do menor diâmetro sagital inferior da diáfise e transversalmente a ele - Compasso de corrediça (Fig. 5).
18. LARGURA DA EPÍFISE DISTAL OU LARGURA EPICONDILAR DO FÊMUR - Largura máxima meso-lateral tomada através dos epicôndilos no plano horizontal, estando o fêmur em posição anatômica - Compasso de corrediça (Fig. 5).
19. ÂNGULO COLO-DIAFISÁRIO DO FÊMUR - Toma-se o ângulo na superfície anterior do osso, na união do longo eixo do colo e cabeça do fêmur com o longo eixo vertical da diáfise do fêmur. Os dois longos eixos são marcados com duas finas agulhas de metal fixadas ao osso com platilina. A leitura é feita em transferidor de material transparente. (Fig. 3).
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| Alamanos da Suíça |
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| Bávaros |
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| Japoneses |
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| Malaios |
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| Senoi |
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| Bantos |
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| Egípcios (Nagada) |
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| Negros |
|
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| Antigos equatorianos |
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| Fueguinos |
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| Índios Paltacalos |
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| Índios Patagões |
MEDIDAS
02. COMPRIMENTO FISIOLÓGICO DO RÁDIO - Distância do ponto mais profundo da cabeça do rádio ao ponto mais profundo da face articular carpiana, correspondendo, portanto, ao comprimento mínimo entre as superfícies articulares - Compasso de espessura (Fig. 1).
03. PERÍMETRO MÍNIMO DA DIÁFISE DO RÁDIO - Tomado logo abaixo da tuberosidade do rádio - Fita métrica (Fig. 1).
04. DIÂMETRO TRANSVERSO MÁXIMO DA DIÁFISE DO RÁDIO - Tomado onde o bordo interósseo é mais desenvolvido; como apresenta uma certa rugosidade, este ponto é indicado não apenas pela observação visual mas principalmente pelo tato e corresponde anatomicamente à inserção de um conjunto de fibras que forma parte do ligamento interósseo. Mede-se o diâmetro com o osso no plano palmar (vista interior) - Compasso de corrediça (Fig. 1).
05. DIÂMETRO SAGITAL DA DIÁFISE DO RÁDIO - Corresponde ao diâmetro mínimo, tomado ao nível do diâmetro transverso máximo, porém no plano sagital (vista cubital) - Compasso de corrediça.
06. ÂNGULO COLO-DIÁFISE DO RÁDIO - Segundo Fischer (1906), é formado pela intersecção do eixo do colo e da cabeça do rádio como eixo vertical do terço superior da diáfise do rádio. O ponto de intersecçào dos eixos encontra-se ao nível da parte alta da tuberosidade do rádio. Mede-se o ângulo no plano palmar do osso, após determinar os dois eixos com o auxílio de duas finas agulhas de metal, fixadas ao osso com plastilina - Transferidor transparente (Fig. 1).
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| Africanos |
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| Fueguinos |
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| Alemães |
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| Oceânicos e Australianos |
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ÍNDICES
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| Negros |
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| Birmaneses |
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| Habitantes de Baden |
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|||
| Melanésios |
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|
| Negritos |
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| Nova Caledônia |
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| Antigos Habitantes de Lagoa Santa (MG) |
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| Baixa Califórnia |
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| Sambaqui de Cabeçuda (SC) |
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| Sambaqui de Piaçagüera (SP) |
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| Vedas |
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| Alemães da Suíça |
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| Habitantes de Baden |
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| Suábios e Alamanos da Baviera |
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|
| Australianos |
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08. ÍNDICE DIAFISÁRIO
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| Antigos Habitantes de lagoa Santa (MG) |
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| Antigos Patagões |
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| Antigos Peruanos |
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| Baixa Califórnia |
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| Índios Paltacalos |
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| Sambaqui de Cabeçuda (SC) |
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09. ÍNDICE ÚMERO-RADIAL
Este índice traduz o alongamento relativo do antebraço em relação ao braço.
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| Rádio relativamente curto |
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| Rádio médio |
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| Rádio relativamente longo |
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| Negros |
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| Ameríndios |
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| Sambaqui de Cabeçuda (SC) |
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| Sambaqui de Piaçagüera (SP) |
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| Chineses |
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| Europeus |
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| Australianos |
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MEDIDAS
02. COMPRIMENTO FISIOLÓGICO DO CÚBITO - Distância entre o ponto mais baixo da crista mediana superior da apófise coronóide e a superfície articular distal da cabeça do cúbito - Compasso de espessura (Fig. 1).
03. PERÍMETRO MÍNIMO DO CÚBITO - Medido no terço inferior da diáfise um pouco acima da cabeça do cúbito, onde o osso se apresenta quase cilíndrico - Fita métrica (Fig. 1).
04. DIÂMETRO TRANSVERSO SUPERIOR DO CÚBITO
- Maior diâmetro medido ao nível mais baixo do bordo inferior
da incisura radial, perpendicularmente ao eixo fisiológico - Compasso
de corrediça (Fig. 2).
![]() |
CÚBITO, vista radial |
05. DIÂMETRO ÂNTERO-POSTERIOR SUPERIOR OU DORSO PALMAR SUPERIOR DO CÚBITO - Maior diâmetro medido sagitalmente no mesmo nível que o diâmetro transverso superior - Compasso de corrediça (Fig. 1).
06. DIÂMETRO TRANSVERSO DA DIÁFISE DO CÚBITO - Largura máxima da diáfise, no ponto onde o bordo interósseo é mais saliente - Compasso de corrediça (Fig. 2).
07. DIÂMETRO ÂNTERO-POSTERIOR DA DIÁFISE DO CÚBITO - Tomado sagitalmente no mesmo nível do diâmetro transverso superior do cúbito. - Compasso de corrediça.
08. ALTURA DA SUPERFÍCIE ARTICULAR PROXIMAL
DO CÚBITO - Distância, em projeção, do
ponto mais alto da cabeça do olecrânio ao ponto mais baixo
da incisura radial - Tábua osteométrica (Fig.
2).
![]() |
CÚBITO, vista anterior |
09. ALTURA DA CABEÇA DO OLECRÂNIO DO CÚBITO - Distância, em projeção, do ponto mais alto da cabeça do olecrânio ao lábio superior da incisura troclear (Fig. 1).
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| Californianos do Norte |
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| Senoi |
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| Alemães |
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| Germano Suíço |
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| Negros |
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| Sambaqui de Cabeçuda (SC) |
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| Habitantes de Baden |
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| Australianos |
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| Melanésios |
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| Negritos |
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02. ÍNDICE DE PLATOLENIA DO CÚBITO
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Este índice traduz o grau de achatamento transversal de diáfise na sua porção superior. Segundo TROUETTE (1955), os cúbitos podem ser classificados em:
| Achatados (platolênicos) |
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| Medianamente achatados (eurolênicos) |
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| Arredondados (hipereurolênicos) |
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| Negros |
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| Antigos Patagões |
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| Sambaqui de Piaçagüera (SP) |
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| Fueguinos |
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| Índios Palcacalos |
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| Sambaqui de Cabeçuda (SC) |
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| Índios Andinos |
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| Antigos Habitantes de Lagoa Santa (MG) |
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| Antigos Peruanos |
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| Franceses |
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| Negritos |
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| Australianos |
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03. ÍNDICE DE ALTURA DA CABEÇA DO OLECRÂNIO DO CÚBITO
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| Africanos |
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| Fueguinos |
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| Birmaneses |
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| Habitantes de Baden |
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| Australianos |
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| Melanésios |
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| Negritos |
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04. ÍNDICE DIAFISÁRIO DO CÚBITO
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| Sambaqui de Cabeçuda (SC) |
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| Fueguinos |
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| Europeus |
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| Franceses |
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| Australianos |
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GENERALIDADES
Os ossos da mão são em número de vinte e sete (27), distribuídos em três grupos:
| 1. OSSOS DO CARPO |
| 2. OSSOS DO METACARPO |
| 3. OSSOS DOS DEDOS (FALANGES) |

1. OSSOS DO CARPO
O carpo constitui-se de oito (8) pequenos ossos dispostos em duas fileiras transversais de quatro (4) ossos. Fileira proximal e fileira distal.
Fileira proximal compreendendo: o ESCAFÓIDE, o SEMILUNAR, o PIRAMIDAL e o PSIFORME, contados de fora para dentro.
Fileira distal compreendendo: o TRAPÉZIO, o TRAPEZÓIDE, o GRANDE OSSO e o UNCIFORME, contados de fora para dentro.
2. OSSOS DO METACARPO
O metacarpo se compõe de cinco (5) ossos denominados METACARPIANOS, numerados de I a V, em números romanos, de fora para dentro.
3. OSSOS DOS DEDOS
Os ossos dos dedos ou falanges são apêndices muito móveis, articulados com os ossos metacarpianos. Compõe-se de 5 FALANGES PROXIMAIS, 4 FALANGES MÉDIAS E 5 FALANGES DISTAIS. Também chamadas FALANGES, FALANGINHAS e FALANGETAS.
Figura
OSSOS DA MÃO DIREITA MONTADA, VISTA SUPERIOR OU DORSAL
MEDIDAS
02. LARGURA MÁXIMA DO ESCAFÓIDE - Maior distância, em projeção, entre as extremidades cubital e radial do osso - Compasso de corrediça.
03. ALTURA DO ESCAFÓIDE - Distância, em projeção, entre o ponto mais alto do osso, no plano dorsal, e o seu ponto mais baixo, no plano palmar - Compasso de corrediça.
01. ÍNDICE COMPRIMENTO-LARGURA DO ESCAFÓIDE
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02. ÍNDICE COMPRIMENTO-ALTURA DO ESCAFÓIDE
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MEDIDAS
02. LARGURA MÁXIMA DO SEMILUNAR - Distância, em projeção, do ponto mais externo da face radial ao ponto mais afastado da face cubital, no plano palmar - Compasso de corrediça.
03. ALTURA MÁXIMA DO SEMILUNAR - Distância, em projeção, do ponto mais elevado da face dorsal ao ponto mais baixo no plano palmar - Compasso de coordenadas.
01. ÍNDICE COMPRIMENTO-LARGURA DO SEMILUNAR
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02. ÍNDICE ALTURA-COMPRIMENTO DO SEMILUNAR
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03. ÍNDICE ALTURA-LARGURA DO SEMILUNAR
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MEDIDAS
02. LARGURA MÁXIMA DO PIRAMIDAL - Maior distância, em projeção, entre as faces cubital e radial - Compasso de corrediça.
03. ALTURA MÁXIMA DO PIRAMIDAL - Maior distância, em projeção, entre as superfícies dorsal e palmar - Compasso de corrediça.
01. ÍNDICE LARGURA-COMPRIMENTO DO PIRAMIDAL
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02. ÍNDICE ALTURA-COMPRIMENTO DO PIRAMIDAL
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03. ÍNDICE LARGURA-ALTURA DO PIRAMIDAL
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MEDIDAS
02. LARGURA MÁXIMA DO PSIFORME - Maior distância, em projeção, entre a face cubital e a face radial, paralelo ao eixo longitudinal do osso - Compasso de corrediça.
03. ALTURA MÁXIMA DO PSIFORME - Distância, em projeção, do ponto mais externo da face dorsal ao ponto mais baixo da face palmar - Compasso de corrediça.
01. ÍNDICE LARGURA-COMPRIMENTO DO PSIFORME
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02. ÍNDICE ALTURA-COMPRIMENTO DO PSIFORME
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03. ÍNDICE LARGURA-ALTURA DO PSIFORME
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MEDIDAS
02. LARGURA MÁXIMA DO TRAPÉZIO - Maior distância, em projeção, entre a face radial e a face cubital - Compasso de corrediça.
03. ALTURA MÁXIMA DO TRAPÉZIO - Distância, em projeção, do ponto mais alto da face dorsal ao ponto mais baixo do tubérculo do trapézio - Compasso de corrediça.
01. ÍNDICE LARGURA-COMPRIMENTO DO TRAPÉZIO
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02. ÍNDICE ALTURA-COMPRIMENTO DO TRAPÉZIO
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03. ÍNDICE LARGURA-ALTURA DO TRAPÉZIO
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MEDIDAS
02. LARGURA MÁXIMA DO TRAPEZÓIDE - Distância, em projeção, do ponto mais externo do bordo radial ao ponto mais afastado no bordo cubital da face dorsal - Compasso de corrediça.
03. ALTURA MÁXIMA DO TRAPEZÓIDE - Distância, em projeção, do ponto mais alto da face dorsal ao ponto mais baixo da face palmar - Compasso de coordenada.
01. ÍNDICE LARGURA-COMPRIMENTO DO TRAPEZÓIDE
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02. ÍNDICE ALTURA-COMPRIMENTO DO TRAPEZÓIDE
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03. ÍNDICE ALTURA-LARGURA DO TRAPEZÓIDE
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MEDIDAS
02. LARGURA MÁXIMA DO GRANDE OSSO - Distância, em projeção, do ponto mais externo da face radial ao mais afastado na face cubital - Compasso de corrediça.
03. ALTURA MÁXIMA DO GRANDE OSSO - Maior distância, em projeção, entre a face dorsal e a face palmar - Compasso de coordenada.
01. ÍNDICE COMPRIMENTO-LARGURA DO GRANDE OSSO
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02. ÍNDICE COMPRIMENTO-ALTURA DO GRANDE OSSO
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03. ÍNDICE ALTURA-LARGURA DO GRANDE OSSO
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MEDIDAS
02. LARGURA MÁXIMA DO UNCIFORME - Distância do ponto mais externo da face cubital ao ponto mais afastado no bordo radial - Compasso de corrediça.
03. ALTURA MÁXIMA DO UNCIFORME - Distância, em projeção, do ponto mais alto da face dorsal ao ponto mais baixo do gancho do unciforme - Compasso de coordenada.
01. ÍNDICE COMPRIMENTO-LARGURA DO UNCIFORME
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02. ÍNDICE ALTURA-COMPRIMENTO DO UNCIFORME
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03. ÍNDICE ALTURA-LARGURA DO UNCIFORME
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MEDIDAS
02. COMPRIMENTO DE CADA FALANGE (5 PROXIMAIS, 4 MÉDIAS e 5 DISTAIS) - Distância, em linha reta, da superfície proximal à superfície distal, ao longo do eixo do osso - Compasso de corrediça.
03. COMPRIMENTO DE CADA DEDO - Soma dos comprimentos das falanges proximal, média e distal.
04. COMPRIMENTO METACARPO-FALANGEANO - Soma dos comprimentos de cada osso metacarpiano (I, II, III, IV e V) com o comprimento total das respectivas falanges de cada dedo da mão.
05. COMPRIMENTO DA MÃO - Distância, em projeção, do ápice da apófise estilóide do rádio até o ponto distal do maior dedo, paralela ao eixo da mão - Compasso de corrediça.
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| Baining |
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| Negros |
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| Antigos Peruanos |
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| Baixa Califórnia |
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| Índios Paltacalos |
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| Índios Patagões |
|
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| Lagoa Santa (MG) antigos habitantes |
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| Sambaqui de Cabeçuda (SC) |
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| Sambaqui de Piaçagüera |
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| Negritos |
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| Polinésios |
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| Pilastra nula |
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| Pilastra fraca |
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| Pilastra média |
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| Pilastra forte |
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Este índice expressa o grau de saliência da linha áspera.
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| Alemães e Suíços |
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| Bávaros |
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| Franceses atuais |
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| Franceses da Idade Média |
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| Neolítico francês |
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| Suábios e Alamanos |
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| Suíços |
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| Ainos |
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| Andamaneses |
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| Japoneses |
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| Japoneses pré-históricos |
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| Malaios |
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| Malaios |
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| Vedas |
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| Berberes |
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| Bosquimanos |
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| Guanchos |
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| Negros |
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| Antigos Peruanos |
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| Esquimós |
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| Fueguinos |
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| Índios da Califórnia |
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| Índios norte-americanos |
|
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| Índios Paltacalos |
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|
|
| Índios Paltacalos |
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| Índios Patagões |
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| Índios Salado |
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| Índios Sioux |
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| Lagoa Santa (MG) antigos habitantes |
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| Mexicanos modernos |
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| Sambaqui da Cabeçuda (SC) |
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| Sambaqui de Piaçagüera (SP) |
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| Australianos |
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| Maori |
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| Melanésios |
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| Negritos |
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| Polinésios |
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| Ur-australianos |
|
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04. ÍNDICE PLATIMÉRICO:
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| Hiperplatimérico |
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| Platimérico |
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84,9 (fêmur achatado) |
| Eurimérico |
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99,9 (fêmur um pouco achatado) |
| Estonomérico |
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x (fêmur achatado) |
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| Bávaros |
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| Bávaros |
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| Franceses |
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| Franceses da Idade Média |
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| Gauleses |
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| Neolítico francês |
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| Suábios e Alamanos |
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| Suíços (alemães) |
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| Ainos |
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| Andamaneses |
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| Japoneses |
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| Malaios |
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| Bantos |
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| Berberes |
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| Guanchos |
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| Antigos Equatorianos |
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| Antigos Peruanos |
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| Baixa Califórnia |
|
|
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| Baixa Califórnia |
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| Brancos norte-americanos |
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| Fueguinos |
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| Índios Munsee (Nova Jersey) |
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| Índios Paltacalos |
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| Índios Patagões |
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| Índios Venezuelanos |
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| Lagoa Santa (MG) antigos habitantes |
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| Mexicanos pré-hispânicos |
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| Mexicanos Recentes |
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| Negros norte-americanos |
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| Sambaqui de Cabeçuda (SC) |
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| Sambaqui de Piaçagüera (SP) |
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|||
| Australianos |
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| Maori |
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| Melanésios |
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| Negritos |
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| Polinésios |
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| Menor diâmetro sagital inferior da diáfise (16) x 100 |
| Diâmetro transverso inferior da diáfise (17) |
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| Lagoa Santa (MG) |
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| Sambaqui de Cabeçuda (SC) |
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| Andamanéses |
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| Alta Bretanha |
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| Australianos |
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| Diâmetro transverso da cabeça (11) x 100 |
| Diâmetro vertical da cabeça (12) |
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| Lagoa Santa (MG) antigos habitantes |
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| Sambaqui de Cabeçuda (SC) |
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| Diâmetro transverso da cabeça (11) x diâmetro vertical da cabeça x 100 |
| Comprimento fisiológico do fêmur (12) |
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| Baixa Califórnia |
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| Negros |
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| Japoneses |
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| Franceses |
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|||
| Negritos |
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| Diâmetro sagital do colo (14) x 100 |
| Diâmetro vertical do colo (13) |
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| Negros |
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| Índios Paltacalos |
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| Lagoa Santa (MG) |
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| Sambaqui de Cabeçuda (SC) |
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| Sambaqui de Piaçagüera |
|
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| Bávaros |
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| Largura da epífise distal (18) x 100 |
| Comprimento fisiológico do fêmur (2) |
| Diâmetro transverso do meio da diáfise (5) x 100 |
| Largura da epífise distal (13) |
CARACTERES DESCRITIVOS CONTÍNUOS E DESCONTÍNUOS
Fig. 7
Fig. 8 e 9
A goteira é delimitada lateralmente por dois lábios: o medial, onde se insere o músculo grande glúteo, e o lateral, onde se inserem algumas fibras de músculo vasto lateral.
A saliência do lábio lateral, quando, muito acentuada, ocasiona um marcado desvio da face anterior da diáfise na sua porção subtrocanteriana, de modo que o diâmetro transverso superior da diáfise aumenta extraordinariamente, tomando o osso a forma característica da platimeria.
Fig. 9
Fig. 7
Fig. 7
Fêmur direito, parte superior, vista anterior
1 – Tubérculo pré-trocanteriano (Tub.pré-tr.)
4 – Depressão crual (Dep. Crual).
Fig. 8
Fêmur direito, parte superior, vista posterior
2 – Terceiro trocânter (Terc. Troc.)
Fig. 9
Fêmur direito, parte superior, vista posterior
3 – Fossa hipotrocanteriana (F. hipotr.)
2 – Terceiro trocânter (Terc. Troc.).
Trocanter maior (Troc. maior).
Trocanter menor (Troc. menor).
Fig. 10
Fêmur, secção transversal, meio da diáfise (HRDLICKA, 1916).
MEDIDAS
02. LARGURA MÁXIMA DA RÓTULA – Maior distância, em linha reta, entre os pontos laterais mais salientes da rótula – Compasso de corrediça (Fig. 1).
03. MAIOR ESPESSURA DA RÓTULA - Distância, em linha reta, entre os pontos mais salientes da face anterior e da face articular da rótula – Compasso de corrediça
04. ALTURA DA FACE ARTICULAR DA RÓTULA – Distância, em linha reta, entre o ponto mais alto e o ponto mais baixo da face articular da rótula, tomada ao nível da crista articular – Compasso de corrediça (Fig. 2).
05. LARGURA DA FACE ARTICULAR MEDIAL DA RÓTULA – Distância, em linha reta, do ponto médio da crista articular ao ponto mais saliente do bordo interno da rótula – Compasso de corrediça (Fig. 2).
06. LARGURA DA FAEC ARTICULAR DA RÓTULA – Distância, em linha reta, do ponto médio da crista articular ao ponto mais saliente – do bordo externo da rótula – Compasso de corrediça (Fig. 2).
01. ÍNDICE DE ALTURA DA RÓTULA
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| Rótula baixa |
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| Rótula média |
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| Rótula alta |
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| Bosquímanos |
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| Negros |
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| Esquimós |
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| Fueguinos |
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| Índios Sul-americanos |
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| Chineses |
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| Japoneses |
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| Malaios |
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| Europeus |
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| Australianos |
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| Melanésios |
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| Negritos |
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| Polinésios |
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| Rótula estreita |
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| Rótula média |
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| Rótula larga |
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|
| Esquimós |
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| Fueguinos |
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| Índios Sul-americanos |
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| Sambaqui de Cabeçuda (SC) |
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| Sambaqui de Piaçagüera (SP) |
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| Chineses |
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|
| Japoneses |
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| Malaios |
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| Europeus |
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||
| Australianos |
|
|
| Melanésios |
|
|
| Negritos |
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|
| Polinésios |
|
|
|
|
|
|
|
|
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|
| Araucanos |
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|
| Brancos Norte-americanos |
|
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|
| Índios Munsee (Nova Jersey) |
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| Patagões do Chubut |
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| Sambaqui de Cabeçuda (SC) |
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|
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|||
| Europeus |
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Pela vista anterior, as rótulas se apresentam sob as formas TRIANGULAR, ELIPSÓIDE, ARREDONDADA ou CORDIFORME, sendo a triangular o tipo mais comum e a arredondada o menos freqüente.
Rótulas largas e espessas encontram-se mais freqüentemente em indivíduos robustos e de grande estatura. A porção superior e lateral da face articular é mais nítida nas populações que utilizam a postura de cócoras. Como variante epigenética rara existe a rótula bipartida.
Fig. 1
Rótula esquerda, vista anterior
1 – Altura máxima da rótula (AB)
2 – Largura máxima da rótula (CD)
Fig. 2
Rótula esquerda, vista articular
4 – Altura da face articular da rótula (AB)
5 – Largura da face articular medial da rótula (CD)
6 – Largura da face articular lateral da rótula (CE)
MEDIDAS
02. LARGURA DA EPÍFISE PROXIMAL DA TÍBIA – Maior distância transversal, paralela à face articular superior, entre as paredes mais salientes dos côndilos medial e lateral – Compasso de corrediça e/ou tábua osteométrica (Fig. 2).
03. DIÂMETRO ÂNTERO-POSTERIOR DA TÍBIA – Tomado sagitalmente ao nível do bordo distal do orifício nutritor – Compasso de corrediça (Fig. 3).
04. DIÂMETRO TRANSVERSO DA TÍBIA – Tomado transversalmente ao nível do bordo distal do orifício nutritor – Compasso de corrediça (Fig. 2).
07. PERÍMETRO MÍNIMO DA DIÁFISE DA TÍBIA – Geralmente está situado cerca de 10 cm acima do ápice do maléolo medial – Fita métrica (Fig. 2).
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|
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| Baixa Califórnia | 13,3º |
| Califórnia | 15,0º |
| Fueguinos | 16,5º |
| Índios Paltacalos | 10,2º |
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| Senoi | 7,6º |
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| Bávaros | 7,6º |
| Neolítico alemão | 11,2º |
| Parisienses recentes | 12,5º |
| Parisiense (Saint Marcel) | 9,5º |
| Suábios e Alamanos | 14,2º |
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| Nova Caledônia | 14,9º |
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| Baixa Califórnia | 13,3º |
| Californianos | 15,0º |
| Fueguinos | 16,5º |
| Índios Paltacalo | 10,2º |
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| Senoi | 7,6º |
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| Bávaros | 6,6º |
| Neolítico alemão | 8,6º |
| Parisienses recentes | 8,5º |
| Parisiense (Saint Marcel) | 6,6º |
| Suábios e Alamanos | 11,4º |
| Suíços | 5,3º |
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| Nova Caledônia | 11,6º |
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| Fueguinos | 2,3º |
| Índios Norte-americanos | 3,2º |
| Peruanos | 3,0º |
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| Negros | 1,3º |
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| Andamaneses | 2,7º |
| Hindus | 2,6º |
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| Europeus | 1,5º |
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| Australianos | 2,5º |
ÍNDICES
01. ÍNDICE CNÊMICO DA TÍBIA
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Este índice traduz o achatamento transversal da
porção posterior da tíbia (Fig.
5).
| Hiperplaticnemia |
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(achatamento muito pronunciado) |
| Platicnemia |
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(achatamento pronunciado) |
| Mesocnemia |
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(achatamento pouco pronunciado) |
| Euricnemia |
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(achatamento nulo) |
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| Guanchos |
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| Negros |
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| Antigos peruanos |
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| Antigos equatorianos |
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| Baixa Califórnia |
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| Fueguinos |
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| Índios da Califórnia |
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| Índios patagões |
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| Índios Paltacalos |
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| Índios Salado |
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| Lagoa Santa (MG) antigos habitantes |
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| Sambaqui de Cabeçuda (SC) |
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| Sambaqui de Piaçagüera (SP) |
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||
| Andamaneses |
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| Ainos |
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| Ainos recentes |
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| Japoneses |
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| Malaios |
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| Senoi e Semang |
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| Vedas |
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| Alemães e Suiços |
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| Bávaros |
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| Franceses recentes |
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| Parisienses |
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| Parisienses |
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| Suábios e Alamanos |
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| Suíços |
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| Melanésios |
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| Negritos |
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| Negritos |
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| Polinésios |
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02. ÍNDICE DIAFISÁRIA DA TÍBIA
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Este índice apresenta em média duas unidades a mais do que o índice cnêmico; entretanto, nem sempre esta relação é constante.
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| Negros |
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| Baixa Califórnia |
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| Índios Paltacalos |
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| Lagoa Santa (MG)
antigos habitantes |
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| Ona |
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| Sambaqui de Cabeçuda (SC) |
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| Sambaqui de Piaçagüera (SP) |
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| Negros |
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| Ameríndios |
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| Branco norte-americanos |
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| Índios de Arkansas |
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| Índios de Louisina |
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| Índios Munsee (Nova Jersey) |
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| Sambaqui de Cabeçuda (SC) |
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| Chineses |
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| Europeus |
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| Aborígenes australianos |
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CARACTERES DESCRITIVOS CONTÍNUOS E DESCONTÍNUOS
| Platipélvica (pelve larga) |
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| Mesatipélvica (pelve intermediária) |
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| Dolicopelvica (pelve estreita) |
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| Europeus |
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| Europeus |
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| Europeus |
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| Europeus |
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| Europeus |
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| Europeus |
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| Europóides |
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| Ainos |
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| Mongolóides |
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| Japoneses |
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| Vedas |
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| Malaios |
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| Filipinos |
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| Andamaneses |
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| Andamaneses |
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| Negros |
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| Negros |
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|
| Negros |
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| Bosquímanos |
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| Califórnia |
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| Fueguinos |
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| Fueguinos |
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| Fueguinos |
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| Indianóides |
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| Índios da Costa noroeste da América do Norte |
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| Índios de Santa Rosa |
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| Índios Munsee de Nova Jersey |
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| Índios Norte-americanos |
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| Índios Salado |
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| Índios Sioux |
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| Kentucky |
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| Lagoa Santa (MG) antigos habitantes |
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| México |
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| Novo México |
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| Peru |
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| Tennessee |
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| Negritos |
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| Polinésios |
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| Nova Caledônia |
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| Melanésios |
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| Australianos |
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| Melanésios |
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03. ÍNDICE ÍLIO-PERLVIANO ou ÍNDICE DE LARGURA DA PELVE
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| Europeus |
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| Japoneses |
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| Indianos |
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| Senoi |
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| Ainos |
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| Andamaneses |
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| Negros |
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| Egípcios |
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| Fueguinos |
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| Australianos |
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| Nova Caledônia |
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04. ÍNDICE DE ABERTURA INFERIOR DA PELVE
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CARACTERES DESCRITIVOS
Se a abertura superior da pelve é arredondada, diz-se que ela é GINECÓIDE; se tem a forma de coração é ANDRÓIDE; tendo semelhança a um oval longo e estreito, a pelve é ANTROPÓIDE; se tem a abertura superior ovóide, com seu maior eixo transversal, é PLATIPLÓIDE ou achatada. Todos os quatro tipos podem se apresentar na mulher. Além disto, esses tipos freqüentemente se sobrepõem um ao outro; uma pelve pode ser em parte de um tipo e em parte de outro.
Tíbia esquerda, vista anterior
1 – Comprimento máximo da tíbia (AB)
Fig. 2
Tíbia esquerda, vista anterior
2 – Largura da epífise superior (CD)
4 – Diâmetro transverso da tíbia (EF)
6 – Diâmetro transverso do meio da diáfise (GH)
7 – Perímetro mínimo da diáfise da tíbia (IJ)
8 – Largura da epífise distal (KL)
Fig. 3
Tíbia esquerda, extremidade superior, vista lateral
3 – Diâmetro ântero-posterior (AB)
5 – Diâmetro ântero-posterior do meio da diáfise (CD)
9 – Ângulo de retroversão
10 – Ângulo de inclinação (B)
11 – Ângulo de divergência (8)
Eixo mecânico (EF)
Eixo anatômico (EG)
Fig. 4
Tíbia
Formas da secção transversal do meio da diáfise (HRDLICKA)
Fig. 5
Tíbia
Formas da secção transversal à altura do buraco nutridor
Fig. 6
Fig. 1
Perônio direito, vista anterior
1 – Comprimento máximo do perônio (AB)
Fig. 2
1 – Diferentes formas da secção transversal do meio da diáfise do perônio, segundo HRDLICKA (1916).
MEDIDAS
02. MAIOR DIÂMETRO DO MEIO DA DIÁFISE DO PERÔNIO – Diâmetro máximo, sagital, tomado ao nível do meio da diáfise entre a crista medial e a face lateral – Compasso de corrediça.
03. MENOR DIÂMETRO DO MEIO DA DIÁFISE DO PERÔNIO – Diâmetro mínimo, tomado ao nível do meio da diáfise, entre a crista medial e a face lateral – Compasso de corrediça.
04. PERÍMETRO DO MEIO DA DIÁFISE – Tomado ao nível dos diâmetros maior e menor do meio da diáfise – Fita métrica.
05. PERÍMETRO MÍNIMO DA DIÁFISE – Menor perímetro da porção superior da diáfise – Fita métrica (Fig. 1).
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| Massai |
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| Fueguinos |
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| Índios da Baixa Califórnia |
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| Lagoa Santa (MG) |
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| Sambaqui de Cabeçuda (SP) |
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| Sambaqui de Piaçagüera (SP) |
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| Senoi |
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| Índios da Baixa Califórnia |
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| Lagoa Santa (MG) antigos habitantes |
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| Ona |
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| Sambaqui de Cabeçuda (SP) |
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| Sambaqui de Piaçagüera (SP) |
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| Bávaros |
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| Suábios |
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01. SECÇÃO TRANSVERSAL DO MEIO DA DIÁFISE: Segundo HRDLICKA (1916), esta secção apresenta uma das seguintes formas:
O pé se compõe de vinte e seis (26) ossos,
repartidos em três grupos:
O tarso se constitui de ossos dispostos em duas camadas: uma posterior e outra anterior. A camada posterior compreende o ASTRÁGALO e o CALCÂNEO. A camada anterior compeende o NAVICULAR, o CUNEIFORME MEDIAL, o CUNEIFORME INTERMÉDIO, o CUNEIFORME LATERAL e o CUBÓIDE.
METATARSO
O metatarso se constitui de cinco (5) ossos METATARSIANOS, enumerados, da esquerda para direita, de I até V, em números romanos.
ARTELHOS
Os artelhos compreendem quatorze (14) ossos: 5 FALANGES PROXIMAIS, 4 FALANGES MÉDIOS e 5 FALANGES DISTAIS. Todas enumeradas, da esquerda para a direita, em números romanos.