CASO CLÍNICO - TRATAMENTO MULTIDISCIPLINAR

CEFALOMETRIA - POSIÇÃO DA MANDÍBULA

O bom diagnóstico depende da correta avaliação da posição da mandíbula. Nas má oclusões, muitas vezes, a mandíbula, em posição de Máxima Intercuspidação  ( PMI ) ( Posição de acomodação ), está desviada de sua verdadeira posição que é em Relação Cêntrica  ( RC ) ( posição mais retrusiva dos Côndilos nas Cavidades Glenóides ).
A posição de RC deve ser determinada e partindo desta posição deve ser feito o planejamento.  De início havendo dificuldade em localizar a RC espera-se a próxima consulta, quando o paciente estará mais descontraído. Mesmo ai não se tendo sucesso deve-se usar placas relaxantes.
No caso, em PMI aparentava articulação invertida severa. Em RC demonstrou que os Incisivos estavam quase em topo-a-topo e que 2 mm. de protrusão, dos Incisivos superiores, seria sufiente para corrigir a posição invetida apresentada em PMI.
Na avaliação da oclusão dentária também constatou-se que havia Devio Funcional da Mandíbula ( DFM)
para a esquerda ( Desviu lateral ), e que este podia ser corrigido com pouca vestibularização do 23.

Cefalogramas iniciais:
 

        Posição de Máxima Intercuspidação                           Relação Cêntrica
       Este protocólo é da análise feita em Posição de MI.
Deve-se corrigir a posição da mandíbula e fazer avaliação estimada ou recorrer aos programas de Cefalometria modernos, os quais  fazem isto com perfeição. 
O ANB = -1º em PMI pode ser avaliado, para este caso,
como ANB = 1º.
 

Posição da Mandíbula preconizada por Ortodontistas e Radiologistas para Telerradiografias Cefalométricas (2009)

Relação Cêntrica (RC) - Oclusão Cêntrica (ROC) - Máxima Intercuspidação Habitual (MIH)