RESUMO PARA PUBLICAR NO PROGRAMA
 
 
MÁQUINA FOTOGRÁFICAS DIGITAIS
 
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     Cléber Bidegain Pereira, C.D. 
  
      Currículo Resumido:   
 
 
 
As imagens planas, bidimensionais, que manipulamos na ortodontia: radiografias, cefalogramas, slides, desenhos, textos, etc. são transformadas em digitais, pelos scanners, com excelente qualidade.
A imagens  tridimensionais: fotografias da face, intra-orais e de modelos, são capturadas, na atualidade, de duas maneira: método direto  ( ao vivo) e método indireto.
O indireto é aquele em que as imagens são obtidas pelo sistema antigo e dai transformada em digitais por scanners e outros sistemas. Este é um método bom e muito válido, neste momento de transição.
No entanto, a fotografia digital ao vivo impõem-se a cada dia que passa.  Apresenta grandes vantagens:  imagem no mesmo instante, possibilitando sua avaliação imediata e repetição quando necessária; não há  gastos com filmes e revelação e o paciente sente-se feliz em aparecer, de imediato,  na tela do computador, fato que constitui um bom início de relacionamento.
Vale ressaltar que as radiografias já são tomadas por meios digitais e que estes novos equipamentos imundaram o mercado.
As imagens podem ser capturadas ao vivo, por máquinas fotográficas digitais ou câmeras de TV, com placas especiais. Talvez, no momento, as máquina fotográficas digitais tenham sobrepujado as câmeras de TV, nas tomadas de fotografias clássicas para a Ortodontia. São mais baratas, não implicam em placas especiais de captura, e não estão acopladas ao computador.
Porém, por outro lado, cresceram e proliferaram, com imensuráveis aplicações, as micro-câmeras de TV.

O tema que nos foi determinado para esta Mesa Redonda é:  Máquinas Fotográficas Digitais.

As máquinas fotográficas digitais vêm apresentando crescente evolução.  A  câmera fotográfica Canon, modelo RC-260, foi uma das primeiras digitais que apareceram no mercado, 1992. Igual que a maioria destas câmaras, da época, ela tinha lente pequena, o que resultava em imagens pouco satisfatórias ao nível profissional. As máquinas digitais com boa parte ótica, iniciaram a aparecer simultaneamente,  entretanto, eram caras demais para o usuário individual.
Depois de 1996,  apareceram as primeira máquinas fotográficas digitais,  com melhores lentes e por preço  acessível, como a Polaróide PDC 2000  e a  Olympus D-600L.
Despertou grande interesse o sistema Imagek,  anunciado na Internet, constando de dispositivo da forma de um filme 35 mm., o qual adapta-se  a sua máquina não digital.
 

 
No meu conhecimento, destacam-se neste momento, duas câmeras digitais: a Sony DSC-D770 e
a NICON COOLPIX 950.  Outras câmeras, semelhantes, devem estar surgindo, pois parece que foi
"dada a largada na corrida"  e todas as grandes marcas estão concorrendo no mercado.
A NICON COOLPIX 950, produz excelentes fotografias e tem o preço um pouco mais baixo do que a Sony DSC-D770.
A minha experiência pessoal com a Sony DSC-D770, é altamente favorável. As imagens podem ser capturadas com facilidade e têm a melhor qualidade que já vi até agora, sobrepujando a todas as outras
Esta Sony pode funcionar de maneira automática, com excelentes resultados. Dispõe, no entanto, de muitos recursos que devem ser configurados e experimentados. Isto implica em um estudo minucioso do excelente manual que acompanha a máquina (várias línguas ).
A câmera armazena as imagens em um CARTÃO  DE MEMÓRIA ( PCMICIA) que pode ser inserido 
no laptop ou em um adaptador, que acompanha a  máquina,  e é acoplado ao computador. Os arquivos do  Cartão de Memória aparecem no  Explorer do Windows como um HD, e são  transferidos para o computador com a mesma  facilidade com que se transferem arquivos de um  HD para outro.
A máquina traz um flash que fica embutido, podendo ser  aberto quando há necessidade. Independente disto, pode ser adaptado o Flash Circular,  sem problemas.