TÍTULO:
EXTRAÇÃO NÃO EXTRAÇÃO
 
 

  NOME DO AUTOR: 
Prof. Dr. Rubens Simões de Lima
 
 
RESUMO  CURRÍCULO DO AUTOR:
Pós Graduado em Ortodontia pela Universidade de São Paulo ( USP ).
Mestre em Ortodontia pela Universidade de São Paulo (USP)
Coordenador e Professor do Curso de Especialização em Ortodontia da Sociedade Paulista de Ortodontia
Professos Assistente do Curso de Especialização em Ortodontia da Faculdade de Odontologia da UNIMES.
 
 

RESUMO:
O tema é antigo e polêmico desde os primórdios da Ortodontia e Ortopedia Facial quando ANGLE preconizava a acomodação de todos os dentes permanentes nos respectivos arcos, mesmo que para isso fosse necessário expandir os mesmos. CASE, um dos seus discípulos, foi o primeiro a contestar essa premissa, indicando o uso de extrações consideradas terapêuticas para se conseguir resultados mais estéticos e estáveis.
Em seguida vivenciamos a era TWEED cujo autor defendia o uso das extrações dentárias no intuito de se posicionar os incisivos inferiores quase que verticalizados nos processos dento alveolares. Acredita-se que cerca de 60%  dos tratamentos eram efetuados com extrações, terminando-os com os pacientes portadores de perfis reto, tendendo para o côncavo.
RICKETTS, através de sua análise cefalometrica, onde caracterizamos o padrão facial  dos pacientes, nos proporcionou melhores condições para se definir a necessidade ou não de se extrair. O uso da VTO do próprio autor também foi um marco positivo nesse sentido. Entretanto, ao longo dos tempos, são dois os fatores que norteiam os ortodontistas com relação ao planejamento ortodontico com ou sem extrações; o perfil facial e a discrepância dos modelos. O importante não é ser contra ou a favor das extrações dentárias, mas sim defini-las em função de um correto diagnóstico, um  bom planejamento e uma precisa execução através de uma boa técnica ortodôntica