SIMPÓSIO ON LINE
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Cléber Bidegain Pereira(*) |
Breno R. Boeira Júnior (**) |
Luciano Sampaio Barreto (***) |
Simposiastas: Durval Zambon Júnior; Orivaldo Tavano; Cláudio Costa; Laura Maria Pereira Moraes; Pierangelo Angeletti; Nayene L. M. Eid; Gabriela Ferreira; Renato Rosa; Humberto Carneiro Neto e Guilherme Janson.
* http://www.cleber.com.br/curriculo_2/index.html
** Professor substituto de Ortodontia UFRGS
*** Gerente de Tecnologia e Informação-GerTI
- CFO
1 - Introdução
2 - Consideração
Gerais
3 - Sistemática Recomendada
5 - Proprietário das
imagens
Mudanças de paradigmas para as imagens na ortodontia
1 - INTRODUÇÃO:
Impulsionadas pelo constante avanço tecnológico,
as imagens digitais impuseram-se definitivamente em todo o mundo.
No Brasil, paulatinamente, os profissionais da odontológica
abandonam as fotografias analógicas, seduzidos pelas inquestionáveis
vantagens do digital. Cópias idênticas, impressão com
qualidade, otimização com recortes, giro, manipulação
da cor, brilho, contraste e facilidades de armazenagem e busca, são
apenas algumas das facilidades oferecidas pelos digitais, além de
excelente relação custo-benefício.
No princípio, questionou-se a validade jurídica
das imagens digitais, justamente porque podiam ser facilmente modificadas.
Porém, por determinação legal, foi criada a
Certificação Digital e os arquivos eletrônicos, assinados
com Certificado Digital, ganharam total reconhecimento do Judiciário
e todos os segmentos de empresas e governo.
A concepção de técnicas fotográficas
inovadoras altera, significativamente, os paradigmas existentes até
o presente momento, fazendo com que sejam necessárias mudanças
na sistemática das imagens na odontologia.
Este Simpósio Virtual tem o objetivo de investigar
e
sugerir novos conceitos na manipulação e apresentação
das imagens digitais: um imperativo da migração analógico/digital.
2 -CONSIDERAÇÕES GERAIS
Esta sistemática considera que:
2.1 - Uma imagem vale mil palavra, imagens animadas valem mais ainda e imagens em 3 D e prototipagem são o umbral da avaliacao ideal da face.
2.2 - O aumento, assustador e significativo, das Demandas Judiciais na Odontologia e a necessidade de guardar a documentação por 20 anos, conforme manifestação do CFO ¹, Departamento Jurídico do CRO/RS ² e CFM ³ induzem ao profissional ter o prontuário do paciente atualizado, rico e bem armazenado. Desde logo que para isto torna-se imprescindível que se recorra a utilização de imagens digitais.
1 - http://www.cfo.org.br/download/pdf/prontuario_2004.pdf
2 - http://www.cleber.com.br/tempo.html
3 -
http://www.cleber.com.br/cfmresol.html
2.3 - As facilidades e custo ínfimo das imagens digitais proporciona recurso de serem tomadas múltiplas fotografias, mostrando diferentes aspectos da face e dentes, conforme as peculiaridades de cada caso.
2.4 - O Diagnóstico e Plano de Tratamento devem
ser feitos em Relação de Oclusão Cêtrica
( ROC ), havendo disrelação significativa entre ROC
e MI é recomendável que se fotografe os dentes em ambas as
posições ( MI e ROC ).
2.4.1
- Fotografar os dentes na boca, em MI e ROC.
2.4.2
- Fotografar os modelos dentários em MI e ROC
2.4.3
- As telerradiografias devem ser tomadas em MI por ser a posição
mais segura e fácil de encontrar. O profissional examinando o paciente
deve fazer, quando significativa, a correção para posição
de ROC no computador, conforme sistemáticas já existentes.
Veja
em Telerradiografias.
2.5 - As fotografias intra orais, além da coloração, têm grandes e significativas vantagens sobre os modelos, como possibilitar o registro da Oclusão Cêntrica e posição do Plano Oclusal em relação a face do paciente. Veja mais. Por outro lado, têm algumas desvantagens frente aos modelos, como a distorcoes, magnificiencia e dificuldades em fotografar em perpendicular aos segmentos laterais ( Veja comentários).
2.6 - O clinico poderá optar pelo padrao minimo dce fotografias, recomendado pelo American Board, e fotografar outras posicoes, quando se facam necessarias, em acordo com as necessidades que ele considera para cada paciente.
2.7 - Sugere-se que as fotografias, tanto diretas da boca, quanto dos modelos, não devem ser feitas com flash circular. O flash circular elimina as sombras e isto "achata" a imagem, tirando-lhe a apreciação da 3 D. Casos de Ressalte Incisal não ficam bem caracterizado quando fotografados com flash circular. Recomenda-se uma luminária apontada para a direção desejada ou o Flash a Ponto ( iluminação opcional em um dos quatro quadrantes em redor da lente ).
2.8 - Fotografias oclusais dos dentes, com espelho, são muito elucidativas para mostrar rotações dentárias e atresias. Não são confiáveis para avaliar mensurações milimétricas, pois há distorções e magnificência.
2.8 - As fotografia digitais intra orais, têm grandes e significativas vantagens sobre os modelos, a coloração não só ressalta o aspecto estético como também induz a melhor avaliação da saúde dos tecidos fotografados. Além disto oferecer a possibilidade de registrar, com maior facilidade a Oclusão Cêntrica do paciente e as inclinações do Plano Oclusal. Por outro lado, as imagens intra-orais apresentam algumas desvantagens frente aos modelos, como a impossibilidade em fazer fotografias com incidência perpendicular aos segmentos laterais. A alternativa do espelho é recomendável, mas causa distorções. As imagens oclusais dos modelos são mais confiáveis, quado destinam-se a avaliações métricas, principalmente quando junto é fotografada uma régua milimetrada. Consegue-se ainda maior precisão, quando as faces oclusais dos modelos sao xeroquedas e escaneadas.
2.9 - Os modelos não mostram a verdadeira posição do Plano Oclusal, exceto que a modelagem seja feita com equipamento especial e os modelos montados em articulador gnatostático. Portanto os modelos, como são feitos correntemente, montados em zócalos em posição de MI, sem considerar a verdadeira posição do Plano Oclusal em relação a face, são pobres em oferecer está importante informação, a qual pode ser conseguida nas fotografias. Tambem, os modelos nao oferecem a relacao da Linha Media com o Plano Sagital Medio. O freio labial, que aparece nas modelagens, e o rafle palatino nao e indicacoes seguras.
2.10 - A posição MI e ROC são apenas
duas importantes posições da mandíbula. O homem, como
animal homnivero, têm movimentos de lateralidad e abertura fechamento.
Difere dos carnivoros, que movimentam a mandíbula apenas em abrir
e fechar, como também difere dos herbíveros que têm
predomínio de movimentos de lateralidade. Assim sendo o estudo da
oclusão dentária deve abranger também os movimentos
de lateralidade, onde são observadas as posição de
trabalho e balanceio.
Esta observação pode ser feita com fotografias
seriadas ou filmadas.
Veja animação
da oclusão dinâmica
3 - SISTEMÁTICA RECOMENDADA
3.1 - Certificação Digital.
Segundo a legislação atual, todo o arquivo
digital, para ter garantia legal, necessita que lhe seja inserida a Certificação
Digital - Padrão ICP-Brasil.
Considerações
3.2 - Tomadas fotográficas sugeridas
Conclusões dos Simpósios de Informática
da SPO, nos anos de 1996 e 1998, as quais espellharam-se no American
Board of Orthodontics, estão descritas em http://www.cleber.com.br/padrao.html
. Estes requisitos ainda são válidos, mas devem ser
complementados com imagens suplementares em posições variadas
conforme peculiareidades de cada paciente.
3.2.1
- Fotografias da face
3.2.2
- Fotografias intra orais
3.2.3
- Fotografias de modelos
3.2.4
- Fotografias de radiografias
3.2.5
- Conjunto de Fotografias
3.3 - Telerradiografia
Foi preciso padronizar a posição da mandíbula
nas tomadas das telerradiografias. Por questão de facilidade
optou-se pela posição de máxima intercuspidação.
Nas telerradiografias em norma lateral os desvios mandibulares laterais
não são significativos, pois pouco modificam a relação
de ANB.
Porém, os desvios póstero anteriores são
altamente significativos e devem ser observados e corrigidos. Não
raras vezes há protrusão funcional da mandíbula em
MI, o que muda o plano de tratamento. Considerar que sempre o diagnóstico
deve ser feito em ROC. Esta correção pode ser feita no computador.
http://www.cleber.com.br/posicao2.html
http://www.cleber.com.br/recoloc2.html
http://www.cleber.com.br/cefalomet.html
http://www.cleber.com.br/visualiz2.html
http://www.cleber.com.br/classeiii.html
http://www.cleber.com.br/posicao.html
3.4 - Tomografia e prototipagem
A nova tecnologia de 3D vem enriquecer as informacoes sobre a face do paciente.
http://www.conebeam.com
http://www.conebeam.com/case-studies/index.php
http://www.cleber.com.br/comenta.html
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Conclusões deste Simpósio serão
apresentadas no
PRIMER CONGRESSO ODONTOLÓGICO DO MERCO SUL. Constando dos Anais do Congresso. |
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PROMOÇÃO:
ACADEMIA BRASILEIRA DE ODONTOLOGIA |