TRANSCRITO DE .....
COMO PREVER O ESPAÇO DISPONÍVEL PARA IRRUPÇÃO DOS TERCEIROS MOLARES - (PARCIAL)

BORDIN, Cristhiane Danielli da Silva.
 
TURLEY citado por SCHULHOF 78 (1983), usando 75 casos tratados ortodonticamente e vários métodos de medida do espaço disponível, concluiu ser mais útil a medida da distância do centro do ramo ascendente da mandibula (Xi) à face distal do segundo molar inferior.
Estas medidas agrupavam casos com terceiros molares impactados, terceiros molares erupcionados em boa oclusão e  terceiros molares irruptados mas em má oclusão. A distancia media encontrada foi de aproximadamente 21 mm de espaço disponível nos casos com terceiros molares impactados, 25 mm para os erupcionados e 30 mm. para os erupcionados em boa oclusão.
 
Fig. 6 Mostra o retângulo formado pelas linhas paralelas a PTV - Plano Peterigóide Vertical - Plano posterior da Fossa Pterigo-Maxilar - Que passam pelos Pontos R1 e R2 e pelas linhas paralelas ao Plano de Frankfurt que passam pelos Pontos R3 e R4.  Na intersecção das diagonais temos o Ponto Xi.  -  Fonte: SCHULHOF  ( 1983). 
 

Os terceiros molares superiores requerem em geral, 18 mm de espaço entre pterigóide vertical (PTV) e superfície distal do primeiro molar (figura 6) para sua irrupção adequada.
 Se o espaço é menor que esperado, o prognóstico é pobre.  Espaços menores que 14 mm mostram irrupção difícil do terceiro molar, causando recidiva potencial e desordem da articulação têmporo-mandibular.
Apesar de em biologia nada podermos predizer com absoluta certeza, esses métodos nos servem como guia de diagnóstico em relação aos terceiros molares.