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Prof. Dr. Kurt Faltin Júnior |
Resumo:
Este assunto ocupou uma grande parte do espaço
da literatura científica da ortodontia – ortopedia facial em várias
épocas desde os tempos em que Angle deu bases científicas
à nossa especialidade.
A decisão de extrair ou não deverá
sempre estar baseada em sólidos conhecimentos das áreas básicas,
do diagnóstico, da previsão de crescimento, dos mecanismos
de ganho de espaço nas arcadas e dos procedimentos terapêuticos
que poderão ser usados para efetivar o ganho de espaço.
A avaliação de todos estes fatores estão
atrelados ou dependem em primeiro lugar do tipo facial inicialmente do
tipo facial do paciente, da idade biológica deste paciente e em
última análise do diagnóstico individual de cada paciente
em que nos coloca frente a este dilema.
Podemos afirmar que todo estes procedimentos sofreram
um grande avanço técnico e científico desde a época
de Angle.
Seguramente extraímos muito menos que antes, incrementamos
muito nosso visão ortopédica e ortodôntica, porém
existem casos em que o excesso de material dentário nos obriga biologicamente
a lançar mão das chamadas extrações terapêuticas.
A atitude de decisão no entanto nunca deve ser
tomada depois que o dano já estiver instalado, isto é, a
decisão de extrair deve ser tomada antes que os apinhamentos severos
aconteçam.
Cada caso é um caso.